Lula afirma que Petrobras foi ‘crucificada’ no governo Bolsonaro

Lula também criticou a demissão do então presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna

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O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (Crédito: Marcos Brindicci/Getty Images)

Em evento com petroleiros no Rio de Janeiro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar nesta terça-feira (29) a política de preços da Petrobras e a gestão de Jair Bolsonaro (PL) em relação a estatal.

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A crítica do ex-presidente ocorre em meio à demissão do general Joaquim Silva e Luna, que presidia a Petrobras desde abril de 2021. Silva e Luna será substituído pelo economista Adriano Pires, atual diretor e fundador do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura).

No evento da FUP (Federação Única dos Petroleiros), Lula disse que a estatal é estratégica para os interesses nacionais e afirmou que a companhia foi alvo de “mentiras” nos últimos anos. Essas mentiras, na visão do ex-presidente, teriam penalizado o desenvolvimento da empresa, além de todos os trabalhadores e os dirigentes da companhia, em meio a denúncias de corrupção.

“A primeira coisa que eles fizeram para destruir a Petrobras foi contar todas as mentiras que contaram a ponto de os trabalhadores da Petrobras muitas vezes não conseguirem entrar em um restaurante, porque eram chamados de ‘ladrões'”, afirmou Lula

Lula disse também que a petroleira foi crucificada por “narrativas” contrárias às gestões dos governos petistas. “O que fizeram com a Petrobras foi isso. O que fizeram com a Petrobras foi crucificar a mais importante empresa que nós tínhamos no Brasil, uma empresa que não era de petróleo, era muito mais do que isso.”

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