ESTRATÉGIA GLOBAL

Corolla elétrico é confirmado para 2028 com autonomia de 400 km

Nova geração do modelo japonês será produzida na China em parceria com a FAW e terá versões a gasolina, híbrida e 100% a bateria

Corolla elétrico é confirmado para 2028 com autonomia de 400 km
Corolla elétrico – Foto: Divulgação

Um dos sedãs mais populares do mundo se prepara para passar por uma transformação histórica na sua linha de montagem. A montadora japonesa confirmou que a próxima geração do modelo contará com a versão inédita do Corolla elétrico, que promete entregar uma autonomia estimada em cerca de 400 quilômetros por carga completa. O projeto será produzido a partir de 2028 em solo asiático por meio de uma parceria estratégica entre a fabricante nipônica e a estatal FAW Toyota Motor. A medida visa reduzir custos de fabricação e acelerar a competitividade frente ao avanço das marcas locais no segmento de veículos eletrificados, segundo o Jornal do Carro do Estadão.

Estratégia global e o lançamento do Corolla elétrico na China

A iniciativa faz parte da arquitetura global de multicaminhos da montadora, criada para oferecer diferentes opções de propulsão conforme a maturidade de cada mercado. Na China, o modelo de emissão zero poderá contar com opções de um ou dois motores elétricos, além de um visual futurista inspirado nos protótipos apresentados no evento do setor no Japão. Embora o desenvolvimento esteja focado no país asiático, a fabricante também reformulará o conjunto híbrido tradicional da linha, adotando um motor a combustão mais eficiente e compacto para abastecer os mercados da Ásia e do Ocidente.

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Planos para o Brasil e investimentos em tecnologia flex

No mercado nacional, a chegada do modelo 100% movido a bateria ainda não possui confirmação oficial das autoridades locais. Para o consumidor do Brasil, a marca estuda priorizar o desenvolvimento de conjuntos híbridos do tipo plug-in com tecnologia flex, capazes de rodar com etanol e recarregar na tomada. A empresa já anunciou um ciclo de investimentos de R$ 11 bilhões no polo fabril do Estado de São Paulo até o fim desta década, visando expandir a infraestrutura industrial de componentes eletrificados e manter o liderança comercial no setor de veículos médios.

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