Retorno ao tatame

Judoca brasileiro se prepara para buscar o ouro no US Open de judô, nos EUA

Faixa-preta 2º grau no judô, João Vitor Castro Lima também é faixa-roxa de jiu-jítsu

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(Créditos: Divulgação)

Dois anos após conquistar o terceiro lugar no US Open de judô, nos EUA, o faixa-preta brasileiro João Vitor Castro Lima, que compete na divisão dos pesados (acima de 100kg) se prepara para retornar ao tatame desta tradicional competição no próximo ano, agora para tentar escalar o lugar mais alto do pódio.

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“Para aquela edição do US Open eu fiz a minha preparação no Centro Olímpico do Paraguai, com apoio da seleção olímpica de lá. Acabei me lesionando nos treinos, não consegui chegar inteiro para o campeonato e fiquei em terceiro lugar. A minha expectativa para 2024 é ganhar a categoria sênior e o absoluto”, projeta o judoca.

Além do bronze no US Open, que é uma das competições mais importantes do calendário norte-americano, o brasileiro ainda acumula outras conquistas: Campeão sul-americano, da Copa São Paulo, uma vez campeão nacional, 15 vezes estadual e oito vezes nacional regional. Em seu currículo também constam um segundo lugar no Paulista e um top 10 no Circuito Europeu, na Alemanha.

João Vitor Castro Lima representou a seleção brasileira de judô na Europa, por onde rodou disputando competições na Alemanha, como supracitado, Croácia e Portugal. Em clubes, o cearense defendeu as bandeiras das tradicionais equipes do Flamengo e do SESI de São Paulo.

“Minha experiência com a seleção brasileira foi muito boa, eu tive a oportunidade de participar de seletivas e me classificar nas seleções brasileiras de base juvenil e júnior, o que me ajudou a abrir portas no judô, me rendendo contratos com o SESI de São Paulo e também com o Flamengo”, relembrou o lutador.

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Faixa-preta 2º grau no judô, João Vitor Castro Lima também é faixa-roxa de jiu-jítsu e essa mescla de modalidades, que possuem a mesma origem, ajuda a ter um jogo bastante completo em ambas as modalidades, como ele mesmo explica.

“São artes irmãs, praticamente nascidas juntas. Então, logicamente uma complementa a outra. Temos o melhor jiu-jítsu do mundo, o brasileiro é conhecido pelo jiu-jítsu tanto nos EUA quanto em outros países. Na minha concepção, o judô tem muito o que aprender com o jiu-jítsu e vice-versa”, acredita.

“Se mais lutadores estiverem dispostos a este intercâmbio, as duas artes têm muito o que ganhar. Um lutador é completo se ele dominar os dois patamares da luta, saber projetar com quedas de judô e saber finalizar com o jiu jítsu”, complementou o brasileiro, que, além do US Open de judô, também vai disputar o Pan-Americano de jiu-jítsu em 2024, também nos EUA.

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