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A maneira de se vestir reflete na produtividade do Home Office?

As roupas confortáveis usadas em home office que tomaram o lugar dos saltos altos, ternos e gravatas, podem afetar a produtividade do trabalho?

A maneira de se vestir reflete na produtividade do Home Office
(Crédito: Canva Fotos)

Muita coisa mudou desde que o home office entrou na vida do Brasil e do mundo com a pandemia do coronavírus, a maneira de se vestir com salto alto, terno, gravata, camisa social e vestido parecem pertencer a um passado distante. Mas com o avanço das vacinas contra a Covid-19, precisaremos retornar ao guarda-roupa mais elaborado. 

No meio profissional a etiqueta com a vestimenta sempre foi uma das maiores exigências. Esse pensamento esteve impregnado no ambiente de trabalho por anos de escritórios e prédios comerciais. Segundo estudos da Universidade de Princeton nos EUA, o tempo para você conquistar a simpatia de uma pessoa pela primeira vez era de 7 segundos, mas diminui para 5 segundos.

Entretanto, essa percepção rápida no trabalho teve uma mudança brusca: a pandemia. O home office virou a nova tendência e o trabalho híbrido parece seguir a mesma direção. Com as pessoas em casa e as comodidades existentes, não se é cobrado a mesma rigidez nas vestimentas como antes. As roupas formais deram lugar para as confortáveis e despojadas. Afinal, o único momento de contato direto entre todos são as reuniões, os famososcalls” e “meetings”.

Dessa maneira, muito dos mandamentos de se vestir no momento de trabalhar mudaram. O uso da roupa casual se tornou realidade rapidamente na nossa conjuntura de trabalho. As calças e saltos altos estão esquecidos no guarda-roupa e a queridinha peça de moletom entrou no lugar.

Para compreender um pouco mais sobre essas novas tendências no ambiente do trabalho,  Louise Estaniecki, formada em moda, empresária e sócia da Louth Shoes, e-commerce de calçados idealizado pela empresária junto a irmã, a digital influencer Tata Estaniecki, explica como uma peça de roupa pode mudar a sua imagem.

“Não podemos ter o mesmo ceticismo que tínhamos com as roupas como era antes da pandemia, e muito menos atrelar isso ao rendimento pessoal”, aponta Louise. 

Para 82% dos líderes empresariais, suas empresas era pelo menos tão ou mais produtiva quanto antes da pandemia, de acordo com pesquisa da Microsoft. Essa tendência já era observada até ante mesmos do início do trabalho a distância. 

Mas, será que a vestimenta interfere na produtividade?

Para os estudos da Stormline, a resposta é sim. Em 2017 e sem o impacto da pandemia, 61% dos funcionários entrevistados são realmente mais produtivos quando sua maneira de se vestir no seu home office é mais descontraída. 

“Com essa nova maneira de trabalhar as pessoas se tornaram mais íntimas, sabem que tem um cachorro, o filho que precisa de algo, e isso influiu na maneira de se comportar e assim impactando com as roupas”, afirma a empresária. Ainda nessa linha, Louise conclui: “A produtividade ficou em primeiro plano e a vestimenta saiu de questão, são novos tempos”.    

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