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Os segredos da pele asiática: dermatologista explica características e tratamentos

Você sabia que os hábitos alimentares dos asiáticos – baseado em peixe, vegetais, chá – ajudam a ter uma pele mais bonita?

Os segredos da pele asiática
Dermatologista explica características e tratamentos (Crédito: Pixabay)

Você sabia que os hábitos alimentares dos asiáticos – baseado em peixe, vegetais, chá – ajudam a ter uma pele mais bonita?

Esse é apenas um dos aspectos que chama a atenção quando observamos coreanos, japoneses e chineses com uma pele lisa, quase sem rugas , com aspecto bem cuidado. “É uma pele mais espessa e é composta por mais fibras de colágeno e elastina do que a pele caucasiana então enruga menos e sofre menos com flacidez”, explica a dermatologista Dra. Bomi Hong, que é coreana e com formação e atuação há muitos anos no Brasil, depois de experiências na área de dermatologia na Ásia e na Itália.

Dra. Bomi afirma que por conta desses fatores, muitas vezes a pele asiática pode começar os tratamentos de beleza e de rejuvenescimento um pouco mais tarde do que a pele caucasiana, porém a rotina de skincare deve ser iniciada desde a infância para todos os tipos de pele. A dermatologista explica que por volta dos 30 anos (claro que cada caso deve ser avaliado individualmente) “poderá ser indicado tratamento com toxina botulínica, bioestimuladores e laser“.

“Em contrapartida, a pele asiática é mais sensível e mancha mais, pois tem mais melanina, assim como a pele negra”, detalha Dra. Bomi, que é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Mas o problema tem solução. “ O tratamento vai depender do tipo da mancha. Para melanoses, por exemplo, pode ser aplicado luz pulsada; para melasma e hipercromia pós inflamatória pode ser realizado laser de nanossegundos ou laser de picossegundos. Cabe avaliação de um dermatologista para personalizar cada tratamento”, explica a médica.

Este texto é de responsabilidade de Dra. Bomi Hong – CRM 140933 – e não reflete necessariamente a opinião da PERFIL.

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