
Nathan de Siqueira Menezes, um pedreiro local, foi acusado de estuprar uma jovem em um posto de combustíveis desativado em Paranaguá, Paraná. O incidente ocorreu após os dois se conhecerem em uma casa de shows, onde trocaram beijos. A situação se agravou quando Nathan ofereceu ajuda para a jovem usar o banheiro de um posto próximo, sem informar que estava desativado.
As câmeras de segurança do local capturaram imagens que se tornaram cruciais para a investigação. Os registros mostram a vítima sendo arrastada para o banheiro, enquanto seus apelos desesperados por ajuda são claramente audíveis. O caso rapidamente ganhou notoriedade, especialmente após a divulgação das imagens que contradizem a versão apresentada por Nathan.
Como as imagens de segurança impactaram o caso da jovem?
As imagens de segurança desempenharam um papel fundamental na investigação. Elas não apenas capturaram o momento em que a vítima foi levada à força, mas também registraram seus apelos repetidos para que Nathan parasse. A evidência visual e auditiva foi um ponto crucial para a polícia, que utilizou as gravações para confrontar o acusado durante o depoimento.
Inicialmente, Nathan negou qualquer uso de força, alegando que a jovem estava “fazendo charme“. No entanto, ao ser confrontado com as imagens, sua narrativa perdeu credibilidade. A polícia também investiga a possibilidade de Nathan ter gravado a violência sexual, embora o vídeo não tenha sido encontrado no celular apreendido.
Quais foram as medidas legais tomadas?
Após o registro do boletim de ocorrência pela jovem, a polícia de Paranaguá agiu rapidamente. Dois dias após o incidente, foi solicitado um mandado de prisão preventiva para Nathan. Contudo, o pedido foi inicialmente negado, e ele foi colocado sob monitoramento com tornozeleira eletrônica. A decisão gerou preocupação, especialmente por parte da vítima, que temia que Nathan pudesse fazer novas vítimas.
Em março, um novo mandado de prisão foi expedido, e Nathan se entregou à polícia. Ele agora enfrenta acusações de estupro e registro não autorizado da intimidade sexual, crimes que podem resultar em uma pena de até 11 anos de prisão se condenado.
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