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Multa de R$ 130 no bolso: o que muda com a fiscalização de patinetes elétricos em São Paulo

Prefeitura passa a autuar infrações de velocidade e circulação irregular de equipamentos de mobilidade nas ruas e ciclovias da capital

Multa de R$ 130 no bolso o que muda com a fiscalização de patinetes elétricos em São Paulo
A regulamentação fixa limites rigorosos de acordo com o espaço de circulação no Sudeste – Foto: Canva fotos

A rotina dos usuários de modais alternativos de transporte no Brasil passou por mudanças importantes na capital paulista. Após um período inicial dedicado exclusivamente à conscientização, a administração municipal começou a fiscalizar de forma punitiva a circulação de patinetes elétricos em São Paulo. A medida visa coibir o excesso de velocidade e o tráfego em locais proibidos, garantindo a integridade de pedestres e ciclistas que utilizam a malha cicloviária diariamente na cidade.

Novas regras e multas para patinetes elétricos em São Paulo

As infrações cometidas pelos condutores agora rendem autuações no valor fixado de R$ 130,16. Por se tratar de equipamentos que não exigem a Carteira Nacional de Habilitação, a pontuação não é computada no prontuário do condutor, mas a fiscalização pode aplicar medidas administrativas severas. A atuação nas ruas do Estado de São Paulo fica a encargo dos agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego, com o suporte da Guarda Civil Metropolitana, que utilizam radares portáteis aferidos especificamente para registrar a velocidade de veículos de mobilidade individual.

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Limites de velocidade e proibições de circulação em vias públicas

A regulamentação fixa limites rigorosos de acordo com o espaço de circulação no Sudeste. Nas ciclovias e ciclofaixas, a velocidade máxima permitida para esses equipamentos e bicicletas elétricas é de 20 km/h. O tráfego de patinetes permanece estritamente proibido em calçadas exclusivas de pedestres, sendo autorizada a rodagem em vias comuns apenas em ruas com limite de até 40 km/h para automóveis. Já nos espaços compartilhados autorizados, a velocidade deve ser reduzida para até 6 km/h, priorizando a segurança de quem anda a pé na metrópole.

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