Blogueira carioca, Rayane Figliuzzi é presa no RJ por estelionato

Rayane, foi indiciada pelo MP de Santa Catarina, e estava com pedido de prisão preventiva em aberto; ela integra a quadrilha do “golpe do motoboy”

Blogueira carioca, Rayane Figliuzzi é presa no RJ por estelionato
Rayane estava em um restaurante em Areal, no momento em que foi presa (Créditos: Reprodução/ Redes Sociais)

Acusada de fazer parte de uma quadrilha de estelionato, conhecida como “Família Errejota”, a blogueira Rayane Figliuzzi foi presa neste domingo (13) em Areal, na Região Serrana do RJ, por policiais militares do batalhão Três Rios.

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Com informações da Polícia Civil, a quadrilha era especializada no “golpe do motoboy”, em que os criminosos ligavam para as vítimas se passando por gerentes de agências bancárias, comunicavam que uma compra suspeita no cartão da vítima tinha sido feita, e pedia para a pessoa colocar a senha do cartão e enviavam um motoboy para pegar o cartão para que fosse descartado.

Rayane estava em um restaurante em Areal, no momento em que foi presa. A polícia Militar recebeu informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro dizendo que estavam acompanhando a suspeita, ela que já tinha um mandado de prisão preventiva expedido. A blogueira estava em um estabelecimento na Rua Mônica Quintella, no Centro de Areal. Ela foi identificada depois de quatro horas sendo monitorada.

De acordo como o G1, Rayane Figliuzzi ou Ray, até 2020, era mais conhecida por ser atriz, modelo e blogueira com mais de 88 mil seguidores. De acordo com a denúncia do MP de Santa Catarina, quando ela conheceu Alexandre Navarro Junior, o Juninho, de 28 anos, ela começou a ajudá-lo nos crimes da quadrilha, emprestava sua maquinha de cartão e fazendo contas bancárias vias do dinheiro ilegal, que depois seria transferido para o noivo e criminoso.

Sua prisão aconteceu por volta das 16h45 em cumprimento ao mandado de prisão expedido pela vara criminal da região metropolitana de Florianópolis (SC). Rayane foi levada para a delegacia de Três Rios, a 108ª DP, junto com ela tinha sua advogada e ficou à disposição da Justiça.

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