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Teste com hacker não encontra vulnerabilidade das urnas, diz TSE

Outros testes já haviam sido realizados em novembro.

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Urnas eletrônicas (Crédito: Divulgação/TSE)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu, nesta sexta-feira (13), a última rodada de testes públicos de segurança nas urnas eletrônicas que serão usadas nas eleições de outubro.

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Desde quarta-feira (11), grupos de investigadores, incluindo agentes da Polícia Federal (PF) executaram cinco planos de ataque em etapa do TPS (Teste Público de Segurança do Sistema Eletrônico de Votação) promovido pelo tribunal. Segundo o TSE, os investigadores não conseguiram alterar nenhum voto, mudar o resultado da urna ou fraudar o processo eleitoral.

O juiz auxiliar da presidência do TSE, Sandro Vieira, confirmou a segurança das urnas nesta sexta. “Nenhum dos planos de teste conseguiu alterar um voto ou mexer na totalização de votos”, disse Vieira.

Outros testes já haviam sido realizados em novembro, quando especialistas em tecnologia da informação tentaram acessar o sistema das urnas a fim de identificar possíveis falhas de segurança. O trabalho reuniu investigadores, hackers, programadores, representantes de universidades e peritos da Polícia Federal.

Sobre os testes de novembro, Vieira diz que “o balanço é positivo”. ”Os planos de ataques que foram bem-sucedidos em novembro trouxeram melhorias implementadas pelo TSE. Foram resolvidos os problemas encontrados na primeira fase”, afirmou o juiz auxiliar.

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Na época, apenas cinco dos 29 “ataques” ao sistema conseguiram burlar alguma das barreiras de proteção do TSE. Entretanto, nenhum deles chegou perto de acessar o sistema das urnas ou da apuração.

Nesta sexta, o TSE informou ter corrigido as falhas apontadas pelo teste de novembro e os equipamentos já atualizados foram submetidos novamente ao teste dos investigadores.

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