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Leila abre o jogo sobre seu futuro no Palmeiras e contratações

Sou candidata a reeleição. Antes no Palmeiras eram dois anos de mandato, alteraram o estatuto e agora são três. Eu acho o melhor para qualquer instituição”, afirmou

Nesta terça-feira, 16, Leila Pereira, presidente do Palmeiras, chamou uma entrevista coletiva, no CT do clube, com a presença de apenas jornalistas mulheres presentes.
Leila e o treinador Abel Ferreira comemoram a conquista brasileira em 2023 – Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Nesta terça-feira, 16, Leila Pereira, presidente do Palmeiras, chamou uma entrevista coletiva, no CT do clube, com a presença de apenas jornalistas mulheres presentes. A mandatária anunciou a renovação de contrato de Abel Ferreira, por mais uma temporada, e respondeu perguntas sobre outros diversos temas nos bastidores do Verdão.

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Perguntada sobre seu futuro no Palmeiras, seja como patrocinadora ou presidente, Leila garante que vai candidatar à reeleição. “Em três anos deu para fazer um belo trabalho. Sou candidata a reeleição. Antes no Palmeiras eram dois anos de mandato, alteraram o estatuto e agora são três. Eu acho o melhor para qualquer instituição”, afirmou.

Refletindo sobre sua trajetória como presidente do Palmeiras, Leila fez uma recapitulação de todas as conquistas do clube desde sua posse. “No meu primeiro ano, ganhamos a Copa São Paulo pela primeira vez, a Recopa e Brasileiro. No segundo ano, títulos extremamente relevantes. Então nosso mandato é extremamente vencedor desde o primeiro ano. Posso dar continuidade a este projeto vencedor por mais um mandato”, contou.

Outro tema muito discutido, desde os primeiros dias de Leila no comando, são as contratações, ou a falta delas. A presidente explica que tudo tem um certo planejamento. “Não vou contratar por pressão da imprensa ou torcida. Vou contratar quando nós na Academia de Futebol decidirmos pelo melhor nome. E se quem queremos não vier, não vai vir”, disse.

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Por fim, Leila desabafou sobre as críticas que recebeu e segue sendo afetada, mas garante que está forte e prefere receber o impacto no lugar dos jogadores. “Foram duras as críticas, mas aguentei firme. Prefiro que venha para mim e deixe os atletas e o treinador, comissão técnica, sossegados, trabalhando. Sem problema nenhum”, finalizou.

*texto originalmente publicado em Sportbuzz


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