Menina tem braço amputado após ataque russo em Hostomel

Atingidos por soldados russos, o pai de Sasha morreu

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Sasha e sua família fugiam da cidade quando foram atingidos por soldados russos (Crédito: Reprodução / Instagram @olenazelenska_official)

Uma menina de 9 anos teve o braço amputado após ataque russo em Hostomel, na região de Kiev. A informação veio através da primeira dama ucraniana, Olena Zelenska, nessa segunda-feira (14). Sasha e sua família fugiam da cidade quando foram atingidos por soldados russos.

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Enquanto fugiam, atacados por soldados russos, o pai de Sasha morreu e ela foi atingida a caminho de um bunker. De acordo com a primeira-dama, Sasha estava morrendo, sem ajuda, até ter o braço amputado, ao ser levada para um hospital local. A mãe e irmã de Sasha não sofreram ferimentos. “Foram precisos muitos voluntários esforços inacreditáveis para evacuar Sasha e sua família”, disse Olena Zelenska.

Zelenska afimou também, que Sasha continuará seu tratamento no exterior, mas que curar as feridas no coração será bem mais difícil. Nesta terça-feira (15), o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, disse que quase 100 crianças morreram após a invasão russa na Ucrânia. Segundo o G1, o presidente afirmou que os russos estão destruindo tudo. “Eles estão destruindo tudo: memoriais, escolas, hospitais, conjuntos habitacionais. Eles já mataram 97 crianças ucranianas”.

Conflito Rússia e Ucrânia

No dia 24 e fevereiro, o governo russo invadiu à Ucrânia e bombardeou regiões do país. Após várias ameaças Vladimir Putin autorizou os ataques por terra, ar e mar. Alguns dos motivos pelo qual esta invasão aconteceu é a aproximação da Ucrânia com o Ocidente.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin não aceita que a Ucrânia entre para OTAN. Além disso, Putin quer aumentar o seu poder de influência na região. A Rússia e a Ucrânia já passaram por outros conflitos. Por mais que hoje, a Ucrânia seja independente sua relação com a Rússia não é totalmente resolvida.

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De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 1 milhão de crianças e adolescentes já fugiram da Ucrânia.

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