meio ambiente

Amazônia tem aumento de 8% nos incêndios em julho em comparação ao ano passado, diz Inpe

De acordo com o instituto, a Amazônia registrou 5.373 focos de incêndio em julho.

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Queimada em 11 de junho de 2012 no estado do Pará, Brasil (Créditos: Mario Tama/Getty Images)

A Amazônia registrou 5.373 incêndios em julho, apontam dados do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe). O número é um aumento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 4.977 pontos de fogo foram detectados.

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Entretanto, o número de focos é 21% menor do que o visto em julho de 2020 , quando a Amazônia registrou 6.803 focos de calor.

Amazônia e Cerrado batem recordes de queimadas em junho, diz Inpe

A Amazônia e o Cerrado registraram recordes históricos em números de queimadas para junho, segundo monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe).

Somente na Amazônia, foram detectados 2.562 pontos de queimadas, o maior número para o mês desde 2007, quando 3.519 focos foram registrados. É o terceiro ano consecutivo de alta no número de focos de calor na floresta.

Vale ressaltar que os meses de maio e junho marcam o início da temporada de queimadas e desmatamento na Amazônia, por causa do período de seca na floresta. Em maio, o Inpe detectou 2.287 queimadas na floresta, também um recorde histórico: foi a maior quantidade para o mês desde 2004.

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Já o Cerrado registrou ainda mais pontos de queimada em junho do que a Amazônia: 4.239 focos, o maior número para junho desde 2010, quando 6.443 focos haviam sido detectados. Também é o terceiro ano consecutivo de alta nos focos de queimada no bioma.

No acumulado do semestre, o Cerrado somou quase 11 mil focos de queimadas; o número é o maior para o período desde 2010.