Petrobras cria novo robô para inspeção submarina

O robô AURI tem o potencial de evitar mais de 1.300 horas em operações de mergulho, ou seja, pode contribuir para segurança dos profissionais

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Petrobrás cria uma nova tecnologia para manutenção dos dutos (Crédito: Mario Tama/Getty Images)

A Petrobras criou um novo robô para inspeção submarina. A estatal começou o processo de licenciamento do robô Auri (Autonomous Underwater Riser Inspection), uma nova tecnologia patenteada pela Petrobrás em parceria com a PUC-Rio.

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O robô apresenta câmeras de alta resolução e será utilizado para identificar a necessidade de manutenção nos dutos flexíveis que transportam o petróleo das instalações submarinas às plataformas de produção.

De acordo com a Petronotícias, os primeiros testes realizados recentemente na plataforma P-43, na Bacia de Campos, obteve bons resultados. Dessa forma, será dado o início do processo de licenciamento da tecnologia, que deve ser concluído até o fim do ano.

Segundo o diretor de Desenvolvimento da Produção, João Henrique Rittershaussen a Petrobrás criou um programa para aumentar a segurança de mergulho. A Petrobrás criou um amplo programa para aumento da segurança em operações de mergulho, denominado Programa Sinergia Diverless. Esse programa introduziu novas sistemáticas, metodologias e tecnologias para aumentar a segurança dos mergulhadores”.

O robô AURI tem o potencial de evitar mais de 1.300 horas em operações de mergulho, ou seja, pode contribuir para segurança dos profissionais. O robô ainda grava vídeos da região de análise e faz o arquivamento das imagens. Além disso, o AURI chega a até 50 metros sem limitação de horas, pode ser utilizado mesmo em condições meteorológicas adversas e pode realizar a limpeza em velocidade até 10 vezes maior do que é feita atualmente.

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O diretor de Transformação Digital e Inovação da companhia, Juliano Dantas afirmou “O AURI é um dos robôs em desenvolvimento pela Petrobras que são fruto do investimento constante da empresa em inovação. Há novos desenvolvimentos para ampliação das funcionalidades do AURI, que irão agregar ainda mais valor à ferramenta e ampliar as possibilidades de ganhos e avanços para a indústria do petróleo”.

*Este texto contém informações retiradas do site Petronotícias.

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