justiça eleitoral

TSE quer mais de 100 observadores internacionais para as eleições, afirma Fachin

Fachin também anunciou a criação de uma rede que possibilita a vinda de observadores europeus para o pleito.

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Edson Fachin (Crédito: Carlos Moura/SCO/STF)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (17) que a Corte Eleitoral pretende trazer mais de cem observadores internacionais para acompanhar as eleições de 2022.

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“Nossa meta é ter mais de 100 observadores internacionais durante o processo eleitoral no Brasil”, afirmou Fachin na abertura de palestra do professor Daniel Zovato, diretor para a América Latina e Caribe do Instituto Internacional para Democracia e Assistência Eleitoral (Idea Internacional).

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Fachin também anunciou a criação de uma rede que possibilita a vinda de observadores europeus para o pleito que ocorrerá em outubro deste ano. De acordo com ele, o objetivo é “garantir a vinda ao Brasil, antes e durante as eleições, não apenas dos organismos que já mencionamos, mas de diversas autoridades europeias e de outros continentes que tenham interesse em acompanhar de perto o processo eleitoral brasileiro de outubro próximo”.

De acordo com o presidente do TSE, até o momento foram convidados a acompanhar as eleições no Brasil os seguintes órgãos:

  • Organização dos Estados Americanos (OEA);
  • Rede Mundial de Justiça Eleitoral.
  • União Interamericana de Organismos Eleitorais (UNIORE);
  • Rede Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP);
  • Parlamento do Mercosul;
  • Centro Carter;
  • Fundação Internacional para Sistemas Eleitorais (IFES);

 

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