CROSSOVER

Renault Kiger é registrado no Brasil e pode virar novo SUV de entrada da marca

Crossover subcompacto construído sobre a plataforma do Kwid foi registrado no INPI e traz visual robusto, motor turbo e porta-malas de 405 litros

Renault Kiger é registrado no Brasil e pode virar novo SUV de entrada da marca
Renault Kiger – Foto: Renault/Divulgação

A Renault registrou oficialmente o Renault Kiger no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), sinalizando a possível chegada do crossover subcompacto ao mercado brasileiro. Comercializado atualmente em países emergentes como Índia e África do Sul, o modelo utiliza a mesma plataforma do compacto Kwid, mas aposta em um visual mais encorpado e em um pacote tecnológico superior. Caso seja confirmado para o país, o veículo ocupará uma posição estratégica na gama da montadora francesa, situando-se como uma opção de entrada entre o hatch veterano e o Kardian, segundo o Jornal do Carro do Estadão.

O utilitário esportivo urbano ostenta um visual robusto marcado pelo conjunto óptico dividido na dianteira e por linhas que lembram bastante os lançamentos mais recentes da marca. Na traseira, as lanternas apresentam formato idêntico às do Kardian, conferindo ao modelo o apelido de “mini-Kardian”. Com 3,99 metros de comprimento e 2,50 metros de entre-eixos, o veículo se destaca pelo bom vão livre do solo de 20,5 cm e pelo porta-malas de 405 litros de capacidade, superando com folga o espaço oferecido por hatches compactos tradicionais.

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Por dentro, a cabine apresenta um padrão de acabamento mais elaborado que o do Kwid, trazendo painel de instrumentos digital de 7 polegadas, central multimídia de 8 polegadas, ar-condicionado automático e até seis airbags. No exterior, a gama conta com motorizações 1.0 de três cilindros aspirada e turbo. Contudo, em uma eventual produção nacional no complexo de São José dos Pinhais, a tendência é a adoção do motor 1.0 turbo TCe flex de até 125 cv desenvolvido pela HORSE, o mesmo que já equipa outros veículos da montadora no país.

A movimentação no INPI reforça o interesse da fabricante em atender à crescente preferência do consumidor brasileiro por crossovers e utilitários esportivos acessíveis. Embora a marca ainda não confirme o lançamento oficial, o projeto surge como uma alternativa viável para renovar o portfólio de entrada. O modelo pode tanto substituir gradualmente o hatch de entrada quanto atuar em uma faixa intermediária de preço, disputando diretamente a preferência dos clientes interessados em modelos aventureiros urbanos.

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