Kremlin sobe tom após declarações de Biden contra Putin

Biden chamou Putin nesta quinta (17) de ”ditador assinado, bandido completo”

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Manifestantes vestidos como o presidente russo Vladimir Putin (E) e o presidente dos EUA Joe Biden participam de uma pequena manifestação para exigir uma solução diplomática para a atual ameaça de guerra na Ucrânia em 09 de fevereiro de 2022 em Berlim, Alemanha. (Crédito: Sean Gallup/Getty Images)

Devido às declarações recentes do presidente dos EUA, Joe Biden, contra o presidente russo, Vladimir Putin, o Kremlin elevou o tom das respostas ao Ocidente nos últimos dias.

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Nesta quinta-feira (17), Biden voltou a falar sobre Putin e fez duras declarações contra o líder russo. Durante um almoço, Biden chamou Putin de “ditador assinado, bandido completo, que está travando uma guerra imoral contra o povo da Ucrânia”. No dia anterior, o líder norte-americano chamou Putin de “criminoso de guerra”.

Para o Kremlin, a fala de Biden é uma observação “imperdoável” de um líder de um país que matou civis durante conflitos em diversas partes do mundo. “Nosso presidente é uma figura internacional muito sábia, presciente, culta e chefe da Federação Russa, nosso chefe de Estado”, disse o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov.

Peskov ainda classificou as falas de Biden como “absolutamente inadmissíveis e inaceitáveis”. “O principal é que o chefe de um estado que por muitos anos bombardeou pessoas em todo o mundo (…) o presidente de tal país não tem o direito de fazer tais declarações”, acrescentou Peskov.

Em seu twitter, Biden reforçou o apoio a Ucrânia dizendo que está determinado a ”fazer Putin pagar um preço muito alto por atacar a Ucrânia.” O presidente americano ainda disse que ”os Estados Unidos estão liderando esse esforço fornecendo enormes níveis de segurança e assistência humanitária.”

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