Rússia acusa Google de espalhar ‘fake news’ sobre a Ucrânia

A agência reguladora também acusa o Google de censurar a mídia estatal russa, cujos canais do YouTube foram fechados

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Logo Google (Créditos: David Paul Morris/Getty Images)

O regulador russo das telecomunicações proibiu o Google de fazer publicidade na Rússia e acusou o YouTube de divulgar fake news. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (7) e as supostas notícias falsas seriam sobre as forças russas na Ucrânia.

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“O YouTube se tornou uma plataforma chave para a divulgação de ‘fake news’ sobre a operação militar especial no território da Ucrânia, desacreditando as Forças Armadas russas”, justifica a Roskomnadzor. Moscou lançou uma repressão, em diversos níveis, para impedir a divulgação de informações que não correspondem com a linha oficial do país.

De acordo com o portal G1, a agência reguladora também acusa o Google, além das fake news, de censurar a mídia estatal russa, cujos canais do YouTube foram fechados. Ainda, as redes socais Facebook, Twitter e Instagram estão bloqueados no país desde março. A guerra com a Ucrânia está em seu 44º dia, sem avanços significativos para o fim do conflito.

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Entenda o conflito

Desde o dia 24 de fevereiro, Vladimir Putin deu início ao conflito contra a Ucrânia ao bombardear regiões do país. A invasão contou com domínios por terra, mar e ar, após autorização do presidente russo.

Vladimir Putin não aceita que a Ucrânia faça parte da OTAN, uma aliança criada pelos Estados Unidos. O presidente não deseja que uma base inimiga seja estabelecida próxima a seu território, uma vez que a Ucrânia faz fronteira com a Rússia. Esse foi um dos estopins para que Putin iniciasse os ataques.

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