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Chicago sem referência para soja por conta do feriado nos EUA

Nesta segunda-feira, sem o funcionamento de Chicago, um dos pontos observados foi a queda do dólar.

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Colheita de soja (Créditos: Scott Olson/Getty Images)

Com o feriado do Dia do Trabalho nos EUA, o mercado da soja iniciou a semana sem a referência da Bolsa de Chicago. Além disso, devio ao feriado nesta quarta-feira (7) no Brasil, os negócios devem evoluir pouco.

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Nesta segunda-feira, sem o funcionamento de Chicago, um dos pontos observados foi a queda do dólar, que terminou o dia com R$ 5,15, com baixa de 0,6%.

“Tivemos um dia mais lento. A falta de Chicago deixou as empresas brasileiras, na sua grande maioria, fora do mercado, sem colocar preços em boa parte das principais praças do país. E sem Chicago, acabamos olhando para outros indicadores, como a Bolsa de Dalian, com boas altas para o complexo soja”, explica o analista de mercado e diretor da Pátria Agronegócios, Cristiano Palavro.

De acordo com o Notícias Agrícolas, a conclusão da safra dos Estados Unidos pode ser recorde. Por outro lado, há o  início da nova safra da América do Sul, com elevadas perspectivas. “Ainda é muito cedo para qualquer conclusão sobre a safra brasileira, mas só o aumento esperado na área já começa a colocar no radar a preocupação com uma safra bem maior do que vimos em 2021″, explica Palavro.

“Ao que tudo indica, a janela de plantio vai correr sem grandes problemas – mas é claro que essas chuvas precisam se confirmar, os produtores precisam ter segurança para colocar suas sementes no chão. Mas, daqui pra frente as previsões mostram que, principalmente de dezembro até janeiro temos grandes probabilidades de ter chuvas abaixo da normalidade no sul do Brasil e na Argentina. Para novembro, as leituras vêm melhorando, mas novembro não é um mês de definição de safra. Mas, para dezembro e janeiro sim”, diz o especialista.

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