Cultura

Encontro internacional promove shows e debates sobre o chorinho

Segundo o diretor do evento, o intuito é democratizar o acesso ao choro, com atividades variadas, educacionais, com rodas de choro e com palestras.

Encontro internacional promove shows e debates sobre o chorinho
O chorinho mais famoso é o “Brasileirinho”, de Waldir Azevedo (Crédito: Canva Fotos)

Brasília sedia até o próximo domingo (24) a segunda edição do Encontro Internacional do Choro (EICHO). O evento promove shows, apresentações de músicos, oficinas e debates. As atividades são gratuitas, limitadas à capacidade de público no local. A programação pode ser conferida pela internet.  

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Estão previstos shows do notório violonista carioca Guinga, do maestro pernambucano Spok, grande referência nacional do frevo, da instrumentista carioca Nilze Carvalho, do violinista francês radicado no Brasil Nicolas Krassik, da cantora Ellen Oléria e dos grupos Face Quarteto, Choro Prosa e Reco do Bandolim e Choro Livre, de Brasília.

Também haverá shows dedicados a outros ritmos, com o grupo Sabor de Cuba e com os DJs Pezão e Barata, ambos artistas com longa trajetória na capital federal.

Serão oferecidas oficinas de diversos instrumentos, como pandeiro, flauta, violões de 6 e 7 cordas e cavaquinho, além de formações em canto popular. Também haverá atividades de prática de conjunto, para qualificar a atuação coletiva dos músicos.

O encontro internacional é uma realização do Clube do Choro de Brasília e da Escola de Choro Raphael Rabello, também da capital.

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Segundo Henrique Neto, diretor do evento, a iniciativa nasceu para celebrar a Escola de Choro Raphael Rabello, primeira instituição de ensino voltada ao gênero. “O evento busca democratizar o acesso ao choro, com atividades variadas, educacionais, com rodas de choro e com palestras”, explica.

Ele acrescenta que a edição deste ano terá mesas redondas virtuais com rodas de choro de outros países, nas quais serão entrevistados representantes do choro na Itália, França e Holanda. “Será uma oportunidade de conhecer músicos e produtores que estão levando o choro para fora do Brasil”, acrescenta Henrique.

(Agência Brasil)

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