Ex-ministro de Bolsonaro desiste de cargo de diretor-geral do TSE

Azevedo e Silva alegou problemas de saúde

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O então ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva visita 4 Pelotão Especial de Fronteira durante a Missão Yanomami / Raposa Serra do Sol em meio à pandemia de coronavírus (COVID-19) no 4 Pelotão Especial de Fronteira na cidade de Alto Alegre em 01 de julho de 2020 em Roraima, Brasil. (Crédito:

O ex-ministro da Defesa, general reservista Fernando Azevedo e Silva, se reuniu na terça-feira (16) com ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para comunicar que não assumirá o cargo de diretor-geral da corte.

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Azevedo e Silva afirmou aos ministros que fez uma bateria de exames no final do ano passado que apontou um problema no coração. O blog da jornalista Julia Dualibi apurou que pessoas da família do general já tiveram problemas cardiovasculares.

A desistência do cargo foi anunciada na mesma semana em que o TSE respondeu às perguntas feitas pelo Ministério da Defesa sobre a segurança do sistema eleitoral, algo bastante explorado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

O atual ministro da Defesa, Walter Braga Netto, que assumiu o ministério no lugar de Azevedo e Silva, é muito cotado para ser vice de Bolsonaro na campanha de reeleição.

Agora, Edson Fachin e Alexandre Moraes irão decidir quem irá assumir o cargo de diretor-geral da corte.

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Um dos cotados para ficar na gestão do ministro Fachin, que vai até 17 de agosto, é Rui Moreira, atual diretor do TSE. Depois, Moraes vai indicar outro nome que deve acompanhá-lo no mandato de mais de um ano que ele terá à frente do tribunal.

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