Prefeitura do Rio quer dificultar acesso à orla para evitar aglomerações no Réveillon 2022

Ainda nesta quinta-feira (9), serão definidos os detalhes da operação em uma reunião, a ideia é de tratar o último dia do ano como um “dia normal”

Prefeitura do Rio quer dificultar acesso à orla para evitar aglomerações no Réveillon 2022
O Comitê Científico que assessora as decisões do governador Cláudio Castro aprovou a queima de fogos no Réveillon 2022 na quarta-feira (8) (CRéditos: ernando Maia | Riotur)

No último dia de 2021, não será permitido o estacionamento na orla de Copacabana, no Rio. Será bloqueado na noite do dia 30 de dezembro e continuará até o dia 1º de janeiro de 2022. Esse bloqueio é uma estratégia da prefeitura para dificultar que o público tenha acesso à virada do ano.

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Nos planos da CET do Rio está o fechamento das pistas para veículos, mas serão em horários reduzidos. Ainda nesta quinta-feira (9), serão definidos os detalhes da operação em uma reunião, a ideia é de tratar o último dia do ano como um “dia normal”. Por esse motivo, não terá o esquema especial de transportes públicos, como por exemplo, o horário do metrô prolongado.

O Comitê Científico que assessora as decisões do governador Cláudio Castro aprovou a queima de fogos no Réveillon 2022 na quarta-feira (8). Segundo a CNN, as informações foram confirmadas por fontes que são ligadas ao Governo do Estado. Porém, os profissionais da saúde pedem para que não sejam feitas apresentações musicais públicas e que os municípios façam um planejamento para evitar aglomerações. Por esse motivo tomaram a decisão de limitar o público presente na Orla de Copacabana.

Foi convocada hoje uma coletiva de imprensa, feita pelo prefeito do Rio Eduardo Paes, para falar sobre os detalhes do planejamento do Réveillon 2022, após idas e vindas sobre se fariam a festa ou não.

Paes chegou a anunciar no último sábado (4), o cancelamento do Réveillon na cidade. O governador Cláudio Castro, disse que a decisão não tinha sido tomada. O prefeito deu um passo para trás na segunda (6), e disse que a queima de fogos não estava descartada. Já os shows, que, segundo o edital, aconteceriam em dez palcos espalhados pela cidade, foram cancelados.

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