Invasão da Rússia na Ucrânia completa uma semana

O exército ucraniano conta com a ajuda de voluntários para conter as tropas russas

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A Guerra na Ucrânia é o maior ataque de um país europeu contra outro desde a Segunda Guerra Mundial. A invasão da Rússia começou na madrugada do dia 24 com o ataque simultâneos a diversas cidades ucranianas.

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Há uma semana, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou a invasão da Ucrânia. Tropas russas avançam pelo sul, leste e norte do território ucraniano.

Um dos fatores que desencadeou o conflito foi a possibilidade da Ucrânia entrar na OTAN, aliança militar do Ocidente. Putin não admite a possibilidade e exige que a Ucrânia se comprometa a nunca entrar na organização.

O presidente russo também alega que a Ucrânia está sob influência estrangeira e que não merece ser um país independente. O exército ucraniano conta com a ajuda de voluntários para conter as tropas russas.

Mundo corporativo contra a Rússia

A cada dia cresce o número de empresas que decidiram deixar a Rússia ou aplicar sanções ao país por causa da guerra iniciada pelo presidente Vladimir Putin. A Apple suspendeu as vendas dos produtos em solo russo em retaliação contra o conflito.

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A montadora americana Ford suspendeu as operações na Rússia. A Harley-Davidson, famosa marca de motocicletas americanas,a fabricante inglesa Jaguar Land Rover e a montadora sueca Volvo Cars interromperam as entregas de veículos ao país de Putin, segundo o site da CNN Brasil.

As medidas têm o objetivo de isolar Putin e forçá-lo a parar a guerra. O conflito na Ucrânia completou uma semana nesta quarta-feira (2). O exército russo tem bombardeado diariamente Kiev e Kharkiv, duas principais cidades do país.

Um dos fatores que desencadeou o conflito foi a possibilidade da Ucrânia entrar na OTAN, aliança militar do Ocidente. Putin não admite a possibilidade e exige que a Ucrânia se comprometa a nunca entrar na organização.

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