Alemanha considera comprar antimísseis

Após a invasão da Rússia na Ucrânia, o chanceler Scholz, havia comentado sobre o aumento de gastos de defesa da Alemanha

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Chancelar da Alemanha, Olaf Scholz (Crédito: Sean Gallup/Getty Images)

A Alemanha está pensando em considerar comprar antimísseis, segundo informou o chancelar Olaf Scholz, nesse domingo (27). Ainda não foi especificado o tipo de sistema que o governo esta analisando. De acordo com o jornal Bild, um dos tópicos discutidos, foi um escudo de defesa antimíssil para o território da Alemanha.

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O jornal Bild de Sonntag informou que especificamente foi falado sobre uma possível aquisição do sistema israelense “Flecha 3” .O Ministério da Defesa alemão e o O Ministério da Defesa de Israel não fizeram comentários.

Dias depois da invasão da Rússia na Ucrânia, o chanceler Scholz, havia comentado que a Alemanha aumentaria seus gastos com defesa para mais de 2% de sua produção econômica. Na última quinta-feira (24), Scholz afirmou nas redes sociais que eles como membro do grupo G7, concordam em implementar sanções duras e precisas contra a Rússia, além de aumentar o apoio à Ucrânia.

Conflito Rússia e Ucrânia

No dia 24 e fevereiro, o governo russo invadiu à Ucrânia e bombardeou regiões do país. Após várias ameaças Vladimir Putin autorizou os ataques por terra, ar e mar. Alguns dos motivos pelo qual esta invasão aconteceu é a aproximação da Ucrânia com o Ocidente.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin não aceita que a Ucrânia entre para OTAN. Além disso, Putin quer aumentar o seu poder de influência na região. A Rússia e a Ucrânia já passaram por outros conflitos. Por mais que hoje, a Ucrânia seja independente sua relação com a Rússia não é totalmente resolvida.

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Na última sexta-feira (25), foi publicado nas redes sociais do chanceler Olaf Scholz da Alemanha que “Com cada uma de suas agressões contra a #Ucrânia, Putin piorou sua situação: após a anexação da Crimeia em 2014, a #OTAN estabeleceu novas estruturas de segurança no leste. Agora nós, na UE e outros, estamos a tornar-nos mais independentes da energia da Rússia. Irreversível.#EUCO”

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