China não deve minar sanções contra a Rússia

A chefe da União Europeia, afirmou que é crucial o mundo assumir uma posição clara

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Ursula von der Leyen (Crédito: Lennart Preiss/Getty Images)

A líder da União Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou nesta quarta-feira (6), que a China não deve minar sanções contra a Rússia, pois tem uma responsabilidade especial de manter a paz internacional. A chefe da UE se dirigiu ao Parlamento Europeu em Bruxelas dizendo que espera que o mundo se posicione de forma clara em relação a Putin.

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Ursula von der Leyen, ainda relatou que foi pedido a China que as sanções a Rússia sejam respeitadas ou pelo menos não minadas. A chefe da UE, von der Leyn disse que mais de 40 países aplicara sanções e que é necessário assumir uma posição clara.

Nesta quarta-feira (6), líder afirmou que ninguém pode ser neutro. “Ninguém pode ser neutro diante de uma agressão tão nua contra civis. Isso não se limita à guerra de Putin. Isso também definirá como tratamos globalmente essas violações do direito internacional no futuro. Esta foi a nossa mensagem para a China.”

Conflito Rússia e Ucrânia

No dia 24 e fevereiro, o governo russo invadiu a Ucrânia e bombardeou regiões do país. Após várias ameaças, Vladimir Putin autorizou os ataques por terra, ar e mar. Um dos motivos desta invasão é a aproximação da Ucrânia com o Ocidente.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin não aceita que a Ucrânia entre para OTAN. Além disso, Putin quer aumentar o seu poder de influência na região. A Rússia e a Ucrânia já passaram por outros conflitos. Por mais que hoje, a Ucrânia seja independente, sua relação com a Rússia não é totalmente resolvida.

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“A Europa está com a Ucrânia, mais do que nunca. Estamos com os ucranianos em suas cidades devastadas. Com os milhões que fogem do invasor. Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para que possam regressar em segurança a casa. É isso que Josep Borrel Fontenelles e eu diremos ao presidente Volodymyr Zelensky em Kiev esta semana.”

“Devemos aumentar a pressão sobre Putin e o governo russo novamente. Por isso, propomos endurecer ainda mais nossas sanções. Limitam as opções políticas e econômicas do Kremlin. Eles afetam a Rússia com muito mais força do que nós. E não serão nossas últimas sanções.”