organização mundial da saúde

Tedros Adhanom é reeleito diretor-geral da OMS

Tedros, que concorreu sozinho à reeleição, ficará mais cinco anos à frente do órgão.

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Tedros Adhanom Ghebreyesus (Crédito: Naohiko Hatta – Pool/Getty Images)

O biólogo e acadêmico etíope, Tedros Adhanom Ghebreyesus, foi reeleito diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS). Tedros, que ficará mais cinco anos no comando da organização, venceu o pleito após a eleição não ter tido outros candidatos.

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Em seu novo mandato, o etíope tem a difícil tarefa de reestruturar a confiança mundial na OMS depois que críticos a acusaram de administrar mal a resposta à pandemia de Covid-19. Líderes como Donald Trump e Jair Bolsonaro (PL) foram os principais responsáveis pelas ofensivas conta o diretor-geral.

O presidente brasileiro chegou a dizer que não iria seguir as recomendações de Tedros já que, segundo Bolsonaro, ele não seria nem mesmo um médico. Na OMS, as recomendações são feitas por grupos com alguns dos maiores especialistas do mundo em saúde. “Estou respondendo processo dentro e fora do Brasil e estou sendo acusado de genocídio por ter defendido uma tese diferente da OMS. O pessoal fala tanto da OMS, o diretor-presidente da OMS é médico? Não é médico, sabia disso?”, disse Bolsonaro ainda em 2020.

O diretor-geral também quebrou a tradição da OMS já que sua candidatura não teve apoio de sua terra natal, a Etiópia.

A OMS também está lidando com a incerteza em torno de suas finanças. Uma proposta atualmente em discussão na Assembleia Mundial da Saúde em Genebra visa tornar os compromissos financeiros dos Estados membros mais vinculativos.

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