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Circuito brasileiro de surfe profissional define campeões de 2020

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A terceira e última etapa do circuito brasileiro de surfe profissional, realizada na praia da Gávea, em Lauro de Freitas (BA), definiu os campeões nacionais da modalidade em 2020. Neste sábado (19), o pernambucano Ian Gouveia assegurou o título entre os homens. Na sexta-feira (18), a cearense Yanca Costa garantiu o troféu na disputa feminina.

Ian Gouveia comemora o título brasileiro de surfe de 2020 na praia da Gávea, em Lauro de Freitas (BA),
Ian Gouveia comemora o título brasileiro de surfe de 2020 na praia da Gávea, em Lauro de Freitas (BA),

Ian Gouveia comemora o título brasileiro de surfe de 2020 na praia da Gávea, em Lauro de Freitas (BA), – Alexandre de Toledo Piza / CBSurf

Ex-integrante do CT (elite do surfe mundial), Gouveia chegou a Bahia em sexto na classificação geral, mas contou com o tropeço dos principais rivais – entre eles Marcos Corrêa, que era líder do circuito após as duas etapas anteriores – e foi à bateria final precisando, pelo menos, de um segundo lugar para ficar com o título. O pernambucano foi além, vencendo a disputa na Gávea, batendo Edgard Groggia, Bino Lopes e Franklin Serpa na decisão.

“Estava confiante em meu trabalho, no que tenho feito nesses últimos tempos, e também entrei bem confiante nas baterias. Sei do meu potencial, do meu merecimento, e trabalhei muito pra isso. Estou muito feliz por finalmente conquistar um título. Isso é muito importante pra mim e quero agradecer a toda a equipe que cuida de mim”, comemorou Gouveia.

Yanca Costa se consagrou como campeã brasileira de surfe profissional de 2020.
Yanca Costa se consagrou como campeã brasileira de surfe profissional de 2020.

Yanca Costa se consagrou como campeã brasileira de surfe profissional de 2020. – Rodrigo Calzone / CBSurf

Entre as mulheres, Yanca chegou para a etapa de Lauro de Freitas como líder do circuito, mas foi superada já na primeira bateria por Juliana dos Santos e Silvana Lima – que será uma das representantes brasileiras na Olimpíada de Tóquio (Japão), em 2021. A cearense, porém, foi beneficiada pela queda das três principais concorrentes (Julia Duarte, Ariane Gomes e Taís Almeida) já nas semifinais, o que lhe garantiu o título.

“Venho batalhando há muito tempo, batendo na trave por vários anos, desta vez deu certo. Estou muito feliz e quero agradecer a Deus, que estava aqui comigo e me ajudou”, celebrou Yanca, de 21 anos. “Agora eu vou focar no QS [divisão de acesso do circuito mundial de surfe]. Quero competir nas etapas do Brasileiro também, mas nas que forem possíveis, pois quero focar no QS para já deixar ali o meu nome, para a galera me conhecer e, se Deus quiser, batalhar por uma vaga no CT”, emendou a campeã.

A etapa baiana foi vencida por Silvana Lima – que assim como Ian Gouveia entre os homens, levou R$ 12 mil de premiação pelo triunfo. Duas vezes vice-campeã mundial e bicampeã do QS, a cearense de 35 anos teve que trocar de prancha durante a final feminina, onde superou Júlia Santos (campeã brasileira em 2019), Tainá Hinckel e Bianca Macedo.

Agência Brasil

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