Ministério da Saúde confirma que vacina não deu reação adversa em criança

A criança de 10 anos recebeu o imunizante da Pfizer, indicado para sua faixa etária

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, explica aos jornalistas que o contrato com a vacina Covaxin está suspenso após um evento de lançamento de um novo cadastro para trabalhadores profissionais da indústria de pescado no Palácio do Governo do Planalto em 29 de junho de 2021 em Brasília, Brasil. (Foto por Andressa Anholete/Getty Images)

O Ministério da Saúde confirmou nesta sexta-feira (21) a análise do governo de São Paulo e descartou a relação entre a vacina da Covid-19 e a parada cardíaca de uma criança em Lençóis Paulista (SP).

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A criança de 10 anos recebeu o imunizante da Pfizer, indicado para sua faixa etária. Cerca de 12 horas depois, começou a apresentar sintomas que evoluíram a uma parada cardiorrespiratória. A criança já teve o quadro revertido e estava hospitalizada

A pasta afirmou que “o evento adverso pós-vacinação foi descartado”. “A síndrome de Wolff-Parkinson-White, até então não diagnosticada e desconhecida pela família, levou a criança a ter uma crise de taquicardia, que resultou em instabilidade hemodinâmica”.

Os ministros Marcelo Queiroga e Damares Alves visitaram a criança na quinta-feira (20). O presidente Jair Bolsonaro (PL) telefonou para a família.

No Twitter, mesmo depois de o governo paulista ter concluído que a reação estava ligada à doença congênita rara, Damares disse que teve encontro com a criança “hospitalizada após suspeita de parada cardíaca no mesmo dia em que recebeu a vacina contra Covid”. Queiroga curtiu a publicação de Damares. Ambos não informaram que a relação com a vacina já estava descartada.

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Em nota, a Saúde disse que “a vacinação é segura e foi autorizada pela Anvisa.” “O Ministério da Saúde segue monitorando a ocorrência dos eventos adversos pós vacinação em parceria com as secretarias municipais e estaduais de saúde”, completou a nota.

A investigação do caso foi conduzida de forma conjunta pela Divisão de Imunização do estado e pelos Grupos de Vigilância Epidemiológica de Botucatu e de Bauru, além do município de Lençóis Paulista.

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