Aliados de Bolsonaro

Após denúncias de assédio, alas política e econômica se unem pela demissão de Pedro Guimarães

Mesmo após o vazamento da investigação de assédio, Pedro Guimarães mantém sua agenda interna com parlamentares na manhã desta quarta-feira (29).

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Jair Bolsonaro e Pedro Guimarães (Créditos: Andressa Anholete/Getty Images)

A revelação da investigação que o Ministério Público Federal (MPF) faz por denúncias de assédio sexual contra o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, causou impacto nos aliados de Jair Bolsonaro. O caso da denúncia foi publicado pelo portal Metrópoles, nesta terça-feira (28).

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De acordo com o portal g1, as alas política e econômica concordam que será difícil mantar Pedro Guimarães como presidente da Caixa, em meio ao escândalo, e que ele precisa deixar o cargo. Já pessoas próximas a ele querem que ele seja afastado e que se explique.

A equipe responsável pela campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro aponta que que não há mais espaço para errar no discurso, principalmente entre setores que rejeitam Bolsonaro, como o eleitorado feminino. Pedro Guimarães é muito identificado com Bolsonaro e é apoiador do presidente.

Ainda sob o impacto do caso ex-ministro Milton Ribeiro, defendido por Bolsonaro, que chegou a dizer que colocaria a cara no fogo por ele, aliados temem e não querem dar margem para que o presidente faça o mesmo por Guimarães. Dessa forma, defendem a rapidez na saída do presidente da Caixa.

Mesmo após o vazamento da investigação de assédio, Pedro Guimarães mantém sua agenda interna com parlamentares na manhã desta quarta-feira (29). Sindicatos de funcionários do banco planejam manifestações pela demissão de Guimarães ao longo do dia.

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