Cadeira vaga na Petrobras abre disputa entre Centrão e militares

Os dois segmentos têm sugerido nomes ao Planalto para substituir a indicação do economista Adriano Pires, que desistiu do cargo

Cadeira vaga na Petrobras abre disputa entre Centrão e militares
O governo federal pretende definir um nome até a quarta-feira da próxima semana (13) (Crédito: Wagner Meier/Getty Images)

Após o economista Adriano Pires desistir de comandar a Petrobras, o Centrão e os militares iniciaram uma disputa pela cadeira presidencial da estatal. Nesta terça-feira (5), os dois segmentos enviaram sugestões de nomes ao Planalto que poderiam substituir a indicação de Pires.

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Entre as Forças Armadas, o presidente dos Correios, general Floriano Peixoto, passou a ser defendido por assessores do governo. O argumento é que, em mais de dois anos à frente da empresa, o militar demonstrou experiência em gestão pública.

Já o Centrão, sugeriu ao governo dois nomes para presidir a Petrobras: Márcio Weber, atual conselheiro da empresa e ex-diretor da Petroserv S.A. – companhia que atua na distribuição de petróleo–, e da diretora-presidente da Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG), Cynthia Silveira.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nesta terça-feira (5) que não definiu um candidato para apresentar ao presidente Jair Bolsonaro (PL). “Estou trabalhando em perfis adequados para assumir o conselho de administração e a empresa neste momento. Depois, chegarei aos nomes que preenchem esses perfis”, disse.