morte cerebral

Mãe de Leandro Lo diz que suspeito conhecia o lutador

O corpo de Leandro Lo é velado na manhã desta seguna-feira (8), no Cemitério do Morumby.

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Leandro Lo (Créditos: Reprodução/ Instagram)

Fátima Lo, mãe do lutador de jiu-jitsu Leandro Lo, disse que o suspeito de matar Lo, o policial militar Henrique Otávio Oliveira Velozo, conhecia o lutador. O atleta morreu com um tiro na cabeça, durante uma festa no Clube Sírio, em São Paulo, durante a madrugada deste domingo (7).

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“[Leandro Lo]Era um lutador na vida, nos tatames, só trouxe alegria para a gente, era alegria em pessoa, e uma pessoa fez isso com ele, conhece ele. A pessoa já foi para isso, só não sabemos o porquê, porque não tem explicação da forma estúpida que aconteceu. Ele provocou uma confusão para o Leandro reagir e nessa tirou a vida do meu filho”, disse Fátima em entrevista à Globo.

O corpo de Leandro Lo é velado na manhã desta segunda-feira (8), no Cemitério do Morumby. O enterro será nesta tarde. “Meu herói, lindo da mãe! Você foi um presente de Deus na minha vida. Vou sentir tanta sua falta, tá faltando um pedaço de mim. Te amo eternamente, filho amado. Guardarei as lembranças boas que foram muitas. Você fazia eu me sentir a mãe mais amada do mundo. Muito obrigada pelo seu amor, seu cuidado. Te amo muito, saudade eterna”, escreveu Fátima, em homenagem ao filho.

O crime

Leando Lo, de 33 anos, estava em um show do grupo Pixote, no Clube Sírio, na Zona Sul de São Paulo. De acordo com o advogado da família do lutador, Ivã Siqueira , o suspeito do crime foi até a mesa em que o lutador estava com cinco amigos e pegou uma garrafa de cima da mesa.

“As testemunhas relatam que ele chacoalhou a garrafa, fez algumas insinuações, e saiu com a bebida. Foi quando Leandro o imobilizou e o deixou no chão, pegando a garrafa de volta”, explicou o advogado. No entanto, o policial militar Henrique Otávio Oliveira Velozo “insinuou que iria embora, deu dois passos para trás, saco uma arma e atirou.  Deu um tiro único na cabeça de Leandro”, completou o advogado.

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Na tarde deste domingo (7), a família confirmou a morte cerebral de Lo. O policial militar se apresentou para a corregedoria da Polícia Militar em São Paulo, prestou depoimento e foi encaminhado ao presídio Romão Gomes para o cumprimento da prisão preventiva.

“A SSP informa que o policial militar se apresentou à Corregedoria da Polícia Militar na tarde deste domingo (7) e será conduzido à delegacia, onde prestará depoimento. Em seguida, será encaminhado ao Presídio Romão Gomes, onde cumprirá prisão temporária de 30 dias e permanecerá à disposição da Justiça”, diz a nota divulgada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

 

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