Elétrico x Híbrido

General Motors e as diferenças entre veículos elétricos e híbridos

Uma série na web está disponível para responder às principais perguntas sobre veículos elétricos. Os diferentes níveis de eletrificação é o tema do episódio de abertura.

General Motors e as diferenças entre veículos elétricos e híbridos
Para responder às principais dúvidas sobre os VEs (veículos elétricos), a GM lança uma websérie educativa que abordará o tema no contexto da América do Su (Crédito: Bill Pugliano / Freelancer)

Para responder às principais dúvidas sobre os VEs (veículos elétricos), a General Motors lança uma websérie educativa que abordará o tema no contexto da América do Sul, considerando as características dos mercados locais, incluindo a matriz energética concebida para as redes sociais, a websérie estreia com o episódio explicando a diferença básica entre um veículo elétrico e um híbrido. “É importante deixar claro para o consumidor que existem diferentes níveis de eletrificação, que influenciam desde a emissão do veículo até o seu uso”, afirma Marcos Paiva, diretor de Estratégia EV da GM South America.

Publicidade

Os carros estão passando pela maior evolução da história. Eles estão mudando de combustíveis fósseis para eletricidade para serem mais sustentáveis ​​e eficientes. Todas as virtudes dessa nova tecnologia despertaram muita curiosidade e também questionamentos.

São as características da bateria e sua capacidade de gerar energia para o veículo operar no modo de emissão zero, que geralmente definem sua categoria. Os puramente elétricos são considerados os mais avançados e eficientes, pois são os únicos que trabalham o tempo todo no modo de emissão zero, não possuem escapamento nem tanque de combustível.

Os veículos elétricos de última geração já contam com uma bateria de longa duração, que oferece desempenho ainda melhor e custos de manutenção muito menores. Os modelos híbridos contam com dois tipos de motores, um a combustão tradicional e outro elétrico, para ajudar a economizar combustível, aumentar o desempenho e gerar potência para o veículo. Eles são geralmente subdivididos em três categorias:

Mild Hybrid: A tecnologia utiliza um motor-gerador conectado ao sistema elétrico do carro. É capaz de recuperar energia durante a frenagem, por exemplo, para armazená-la em uma bateria extra. Esse sistema, no entanto, não é capaz de fazer o veículo funcionar apenas no modo elétrico, mas sim alivia o esforço do motor a combustão, melhorando um pouco a eficiência energética.

Publicidade

Full Hybrid (completo): O veículo possui dois tipos de motores, a combustão e elétrico, que podem trabalhar em conjunto ou individualmente. Esse gerenciamento é automático e pode variar bastante, como a disponibilidade de energia recuperada de desaceleração e frenagem armazenada em uma pequena bateria, que é utilizada para alimentar temporariamente o motor elétrico. Nesta categoria, a bateria é recarregada através do motor de combustão.

Híbrido Plug-in: Possui arquitetura semelhante à do híbrido completo, com dois tipos de motores, um movido a combustível e outro a eletricidade. A diferença é que, nesta categoria, o veículo possui mecanismos adicionais que permitem que ele seja carregado também por uma tomada. Por ter uma bateria intermediária, você pode percorrer pequenas e médias distâncias no modo 100% elétrico.

De acordo com a última edição do anuário Global Electric Vehicle Outlook da IEA (International Energy Agency), as vendas totais de veículos elétricos atingiram um recorde em 2021, com 4,9 milhões de unidades, mais que o dobro do valor registrado no ano anterior. O maior mercado hoje é a China, onde 13% dos carros vendidos já são de emissão zero.

Publicidade

Outra pesquisa, divulgada pelo Nikkei Asia, indica que 2021 foi o primeiro ano em que os carros elétricos superaram as vendas de híbridos no mundo. Um estudo do BCG divulgado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) prevê que dois terços dos veículos vendidos no Brasil serão eletrificados até 2035, se as empresas seguirem as tendências globais por aqui.

*Texto publicado originalmente no site Parabrisas, da Editora Perfil Argentina.