ataque a cristina Kirchner

Dados do telefone de Fernando Montiel foram apagados

Os investigadores tentam reconstruir, pelos telefonemas e contatos no celular, os passos do agressor de Cristina, mas descobriram que o telefone dele teria sido restaurado com “definições de fábrica”, o que dificulta o trabalho da polícia.

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Fernando Andrés Sabag Montiel (Créditos: Reprodução/Redes Sociais)

A investigação do ataque à vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner,  encontra obstáculos. De acordo com o site Perfil.com,  apesar do total sigilo que se tenta manter em torno das investigações, surgem detalhes acerca da perda de informações valiosas do celular de Fernando Sabag Montiel,o  brasileiro de 35 anos que disparou a arma carregada contra Cristina.

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O aparelho foi apreendido na quinta-feira, após o ataque, para que a polícia pudesse investigar o que teria motivado o agressor. Porém, o aparelho estava com as definições de fábrica.

Outro detalhe que tem intrigado os investigadores é em relação à pistola que usou no ataque: nas primeiras análises dos peritos, a arma não teria vestígios do agressor.  Os investigadores acreditam que pode ser devido à confusão após o ataque, em que a arma pode ter sido manuseada por várias pessoas na tentativa de desarmar Fernando.

 

 

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