Powell diz que impacto final da guerra na Ucrânia é incerto

Segundo, Powell tanto no lado da oferta quanto no da demanda há incertezas

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Presidente do Federal Reserve, Jerome Powell (Crédito: Alex Wong/Getty Images)

O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell disse que o impacto final da guerra na Ucrânia ainda é incerto. Nesta quinta-feira (3), Powell informou que a guerra da Rússia à Ucrânia pode atingir economicamente os Estados Unidos por vários canais de preços altos até mais baixos. “O que sabemos até agora é que os preços das commodities subiram significativamente, os preços da energia em particular. Isso vai afetar nossa economia dos EUA”.

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Jerome Powell adicionou que não sabemos qual será o efeito econômico, mas que é possível perceber pessoas reduzindo gastos e e realizando menos investimentos. Powell disse também que até o momento não mudou os planos do Banco Central de aumentar as taxas de juros para tentar controlar a elevada inflação nos EUA.

O Banco Central, neste momento de guerra pode enfrentar mais inflação do que antes, impulsionada pela guerra. O senador Pat Toomey, republicano da Pensilvânia disse estar preocupada com a guerra, pois ela mudou o cenário de risco. Além do mais, Powell afirma que tanto no lado da oferta quanto da demanda há incertezas.

Conflito Rússia e Ucrânia

Na quinta-feira (24), o governo russo invadiu à Ucrânia e bombardeou regiões do país. Após várias ameaças Vladimir Putin autorizou os ataques por terra, ar e mar. Alguns dos motivos pelo qual esta invasão aconteceu é a aproximação da Ucrânia com o Ocidente.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin não aceita que a Ucrânia entre para OTAN. Além disso, Putin quer aumentar o seu poder de influência na região. A Rússia e a Ucrânia já passaram por outros conflitos. Por mais que hoje, a Ucrânia seja independente sua relação com a Rússia não é totalmente resolvida.

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“O presidente Powell apresenta o Relatório de Política Monetária ao Comitê de Bancos, Habitação e Assuntos Urbanos do Senado.”

*Este texto contém informações retiradas da Reuters.

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