Corrida Eleitoral

Cinco ex-ministros do STF declararam seus votos para presidente; veja

Dos que se manifestaram, quatro declararam apoio a Lula, e um a Bolsonaro.

Cinco ex-ministros do STF declararam seus votos para presidente; veja
Toalhas com rostos de Lula e Bolsonaro, itens populares das eleições (Crédito: Alexandre Schneider/Getty Images)

Cinco ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) revelaram em quem pretendem votar para presidente nas eleições deste domingo (2). Quatro declararam apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o quinto afirmou que votará no candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL).

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O ex-ministro Joaquim Barbosa, que se aposentou em 2014, declarou voto em Lula. Barbosa também gravou um vídeo que será utilizado na campanha do petista, onde afirma que Bolsonaro “não é um homem sério” e que “não tem dignidade para ocupar um cargo dessa relevância”.

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Celso de Mello, ex-ministro aposentado em 2020, também afirmou que votará no candidato petista. Celso fez duras críticas a Jair Bolsonaro, afirmando que o chefe do Executivo é uma “constrangedora figura” e tem “elevado coeficiente de mediocridade”. A intenção de voto de Celso de Mello foi seguida pelo ex-ministro Nelson Jobim em entrevista ao blog da jornalista Andreia Sadi, da TV Globo.

O último ex-ministro a manifestar apoio a Luiz Inácio Lula da Silva foi Carlos Velloso. Aposentado da Corte em 2006, o ex-ministro soltou uma nota para divulgar o seu ponto de vista:

“Diante das ameaças do candidato Bolsonaro contra o sistema eleitoral brasileiro, especialmente contra as urnas eletrônicas, reconhecidas aqui e no exterior como seguras e confiáveis, o que redunda em ameaça ao Estado Democrático de Direito, meu voto no próximo domingo será para o Lula.”

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Marco Aurélio Mello, o quinto dos ex-ministros do STF, disse para o portal de notícias UOL que, em um possível segundo turno entre Lula e Bolsonaro, escolheria o candidato à reeleição:

“Não poderia votar em um candidato, muito embora tenha o feito no passado, que foi condenado em processos-crime quatro vezes, por crime contra a administração pública. Eu estaria traindo minha trajetória como juiz atuante em colegiado”, disse durante o programa UOL News.

 

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