Infecção rara

Brasil tem três casos suspeitos de varíola dos macacos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou, no domingo (29), que foram confirmados 257 casos em 20 países.

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O primeiro registro notificado da varíola dos macacos foi no Reino Unido (Crédito: Canva)

O Brasil apresenta três casos suspeitos de varíola de macacos, nos estados do Ceará, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, conforme informou o Ministério da Saúde nesta segunda-feira (30). Os pacientes seguem isolados e monitorados pela vigilância em saúde. A investigação será feita por meio de uma coleta para análise laboratorial.

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O paciente de Santa Catarina buscou atendimento no dia 26 de maio com tosse, febre, dores musculares, de cabeça e erupções cutâneas em algumas partes do corpo. Já o caso suspeito do Rio Grande do Sul é de um paciente que veio de Portugal que teve sintomas como dor de cabeça, febre e aumento dos gânglios do pescoço e na região da virilha. De acordo com a Secretaria da Saúde do Ceará, o paciente suspeito é de Fortaleza e esta em isolamento domiciliar.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou, no domingo (29), uma atualização dos casos de varíola de macacos no mundo. O comunicado diz que foram confirmados laboratorialmente 257 casos em 20 países que não são considerados endêmicos para a doença.

Entenda a infecção

A varíola dos macacos é uma infecção considerada rara. A maior parte das pessoas infectadas se recuperam em semanas, segundo o NHS (sistema público de saúde do Reino Unido, o SUS britânico). O primeiro registro notificado no Reino Unido, divulgado no dia 7 de maio, foi em um indivíduo que viajou do Reino Unido para a Nigéria e permaneceu nos estados de Lagos e Delta.

O vírus é transmitido de animais para humanos, normalmente por roedores e por meio de contato ou exposição a gotículas exaladas por indivíduos infectados. Os sintomas iniciais da varíola podem incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfonodos inchados, calafrios e exaustão.

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Uma erupção também pode se desenvolver, ela geralmente começa no rosto antes de se espalhar para outras partes do corpo. Os sintomas desaparecem entre 14 e 21 dias após a infecção, mas há a possibilidade de casos mais graves.

“Última atualização sobre o surto da doença #Monkeypox. Esta edição fornece informações sobre as orientações da OMS recentemente publicadas para o surto.”

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