Igreja Universal tirava ilegalmente US$ 120 milhões de Angola, dizem bispos

Igreja Universal tirava ilegalmente US$ 120 milhões de Angola, dizem bispos
(Crédito: Reprodução Redes sociais/Facebook)

A Igreja Universal, liderada pelo bispo brasileiro Edir Macedo, levou ilegalmente de Angola para a África, a cada três meses, US$ 30 milhões, segundo denúncias de bispos angolanos às autoridades do país. Os valores somados chegam a US$ 120 milhões por ano.

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O pastor e ex-diretor da TV Record África Fernando Henriques Teixeira foi apontado como o responsável por essa tarefa. A operação teria se repetido nos últimos 11 anos, desde quando o religioso brasileiro chegou ao país.

A denúncia foi feita à polícia angolana por bispos e pastores locais que se rebelaram contra a direção brasileira da Igreja Universal do Reino de Deus, no final de 2019.

A assessoria de imprensa da Universal em Angola, em nota, desmentiu as acusações.

“É totalmente falsa esta questão. É totalmente sem fundamento. Isto é uma versão levantada por estes ex-pastores e pastores de dissidências com o objetivo de tomar a igreja. Eles criaram a sua versão a fim de tomar a igreja, uma vez que é um crime. Todas as ofertas da igreja são totalmente declaradas aqui para o Estado e a esta versão que os dissidentes levantaram é totalmente infundada”.

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Por sua vez, a Igreja Universal no Brasil afirma que a liberdade religiosa está em risco em Angola.

Nas redes sociais o tema já começa a ser discutido.

Ivan Valente

Professor e engenheiro Ivan Valente disse: ”Igreja Universal tirava ilegalmente US$ 120 milhões de Angola por ano. Não é à toa que Bolsonaro se envolveu diretamente na questão, intervindo a favor do Edir Macedo. Julgamento dessa podridão começa hoje em Luanda.”

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Cecília Oliveira

A jornalista Cecília Oliveira disse: ”Como estas pessoas estão LIVRES? Como estas “igrejas” ainda estão abertas? E esta TV? “Pastor e ex-diretor da TV Record África Fernando Henriques Teixeira foi apontado como o responsável”: universal tirou ilegalmente de Angola US$ 120 milhões/ano. Chocante, mas não surpreendente”