Paralisação na capital

Motoristas e cobradores de ônibus entram em greve em São Paulo

Desde as primeiras horas da manhã, usuários enfrentam transtornos em sua locomoção.

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O grupo pedia por um aumento de 12,47% (Créditos: Victor Moriyama/Getty Images)

Os motoristas e cobradores de ônibus da cidade de São Paulo entraram em greve nesta terça-feira (14). A paralisação acontece após rejeitarem a proposta de reajuste salarial oferecida pelas empresas do setor.

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Durante a madrugada, 46 linhas do Noturno, de 150, operaram normalmente, de acordo com a SPTrans. A partir das 4h, a operação em todas as garagens dos grupos estrutural e de articulação regional foi interrompida. Ao todo, 15 empresas de ônibus estão com operação paralisada e 12 operam

Desde as primeiras horas da manhã, usuários enfrentam transtornos em sua locomoção. Segundo o portal g1, muitos tiveram que comunicar seus respectivos trabalhos sobre a impossibilidade de chegar até o local.

A proposta, rejeitada pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (SindMotoristas), pedia por um aumento de 12,47%. A categoria reivindica que o aumento seja retroativo a partir de maio, e também pede que o mesmo reajuste seja aplicado no vale-refeição e à Participação de Lucros e Resultados (PLR).

De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), o sindicato precisa cumprir uma decisão liminar, que determina a operação de 80% da frota de ônibus. Os horários com maior fluxo e passageiros vão das 6 às 9h e das 16 às 19h. Nos demais horários, ao menos 60% da frota deve operar.

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