Brasil deve apoiar França e México em proposta na ONU

A proposta é humanitária e visa a proteção de civis e acesso de atendimento à população

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Embaixador Ronaldo Costa Filho (Crédito: Reprodução / Twitter @ONUNews)

Brasil deve apoiar a França e México em nova proposta apresentada ao Conselho das Nações Unidas (ONU) em relação à invasão da Rússia na Ucrânia. A proposta apresentada será humanitária com a finalidade de exigir o fim da guerra, proteção aos civis, acesso seguro de atendimento à população. A reunião aconteceu na segunda-feira (28).

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O Brasil se posicionou contra a invasão da Rússia à Ucrânia e deve ser a favor desse projeto humanitário. Esse será o quarto movimento formal do Itamaraty em alinhamento com os países ocidentais contra a Rússia. De acordo com o posicionamento do Brasil que critica os ataques e apoia também o projeto de resolução apresentado pelos Estados Unidos contra a invasão, fica claro que o Brasil reconhece o ato de agressão da Rússia em relação á Ucrânia.

Segundo a ONU News o valor necessário para ampliar operações humanitárias na Ucrânia e países da região é de US$ 1,7 bilhão. Os números de refugiados da Ucrânia, nesta quarta-feira (02) passaram de 875 mil. Ainda nesta quarta-feira (02), a Assembleia Geral da ONU se reúne para concluir a sessão especial de emergência sobre a Ucrânia com votação de uma resolução condenando a ofensiva da Rússia ao país.

Conflito Rússia e Ucrânia

Na quinta-feira (24), o governo russo invadiu à Ucrânia e bombardeou regiões do país. Após várias ameaças Vladimir Putin autorizou os ataques por terra, ar e mar. Alguns dos motivos pelo qual esta invasão aconteceu é a aproximação da Ucrânia com o Ocidente.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin não aceita que a Ucrânia entre para OTAN. Além disso, Putin quer aumentar o seu poder de influência na região. A Rússia e a Ucrânia já passaram por outros conflitos. Por mais que hoje, a Ucrânia seja independente sua relação com a Rússia não é totalmente resolvida.

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*Este texto contém informações da CNN Brasil e da ONU News.

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