Tropas dos EUA serão enviadas para o Leste Europeu

As tropas serão enviadas para reforçar os países da Otan

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Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (Crédito: Win McNamee/Getty Images)

Tropas dos Estados Unidos serão enviadas para o Leste Europeu em meio a situação na Ucrânia. O presidente Joe Biden autorizou o envio de 3.000 soldados para a Polônia, Alemanha e Romênia para reforçar os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Europa Oriental que estão cheias de tropas russas na fronteira com a Ucrânia.

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Além dos soldados dos Estados Unidos, aproximadamente 1.000 soldados alocados na Alemanha seriam realocados para a Romênia. De acordo com á CNN, uma autoridade afirmou que Biden assinou as tropas adicionais após uma reunião na manhã de terça-feira (1) na Casa Branca com o secretário de Defesa Lloyd Austin e o presidente do Joint Chiefs, general Mark Milley.

Em entrevista a Kaitlan Collins da CNN, Biden disse que a decisão foi totalmente consistente com o que os EUA disseram à Rússia durante as discussões. O presidente Joe Biden compartilhou nessa terça-feira (1), no Twitter que conversou com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky e que vai manter contínuo apoio de assistência de segurança e humanitária a Ucrânia, enquanto eles se defendem da invasão russa.

Conflito Rússia e Ucrânia

Na quinta-feira (24), o governo russo invadiu à Ucrânia e bombardeou regiões do país. Após várias ameaças Vladimir Putin autorizou os ataques por terra, ar e mar. Alguns dos motivos pelo qual esta invasão aconteceu é a aproximação da Ucrânia com o Ocidente.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin não aceita que a Ucrânia entre para OTAN. Além disso, Putin quer aumentar o seu poder de influência na região. A Rússia e a Ucrânia já passaram por outros conflitos. Por mais que hoje, a Ucrânia seja independente sua relação com a Rússia não é totalmente resolvida.

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“Juntamente com nossos aliados, estamos apoiando os ucranianos em sua luta pela liberdade. Assistência militar. Assistência econômica. Assistência humanitária. E continuaremos a ajudar o povo ucraniano a defender seu país e a aliviar seu sofrimento.”

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