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A vida de Cristina Kirchner após atentado

Agora, na rua de seu apartamento na capital argentina, Cristina conta com diversos agentes para entrar e sair de casa.

A vida de Cristina Kirchner após atentado
Cristina Kirchner sofreu atentado no dia 1º de setembro (Crédito: Grigoriy Sisoev/Host Photo Agency via Getty Images)

Um dia depois de ter uma arma apontada para seu rosto, Cristina Kirchner, vice-presidente da Argentina, decidiu deixar seu apartamento e saiu de Buenos Aires. Até o momento, o destino era desconhecido, mas foi revelado nesta quinta-feira (15).

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Cristina viajou aproximadamente 100 quilômetros para chegar ao sítio do ministro do Interior Eduardo “Wado” De Pedro, um grande aliado dentro da Casa Rosada. A ex-presidente foi até a cidade de Mercedes e passou o final de semana seguinte ao atentado em meio à calmaria da natureza.

Segundo uma fonte que acompanhava Cristina Kirchner em seu apartamento, ao ver o vídeo do atentado, a vice-presidente ficou horrorizada, porém não se desesperou. Decidiu negar um serviço de assistência para vítimas oferecido pelo Ministério Público Fiscal, manteve o chefe de sua segurança e também decidiu não aumentar a segurança da família, apenas a sua.

Agora, na rua de seu apartamento na capital argentina, Cristina conta com diversos agentes para entrar e sair de casa. Seguranças, agentes federais, agentes de trânsito, agentes da polícia de Buenos Aires, todos fazem parte do aumento da proteção após atentado.

Quando sai de carro, Cristina é acompanhada por um batedor de moto que evita qualquer tipo de aproximação com o blindado cedido pelo presidente Alberto Fernández. O Ford Mondeo blindado do governo soma cerca de 348 mil pesos em multas, cerca de 12 mil reais, porém protege a vice-presidente.

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Diego Carbone, chefe de segurança de Cristina Kirchner, não foi afastado do cargo, porém não escolhe mais os agentes que participarão da segurança. A seleção ficará por conta do Ministério de Segurança. Cinco membros da segurança vice-presidencial foram trocados por outros, somando mais de 100 homens.