Invasão russa

Primeiro-ministro britânico faz nova visita a Kiev

Visita de Johnson ocorre um dia após quatro líderes europeus viajarem ao país invadido pela Rússia.

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O primeiro-ministro britânico Boris Johnson se encontra com o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy no palácio presidencial em 1º de fevereiro de 2022 em Kyiv, Ucrânia (Crédito: Peter Nicholls – WPA Pool/Getty Images)

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, viajou nesta sexta-feira (17) a Kiev, em sua segunda visita surpresa à Ucrânia, um dia após quatro lideres europeus viajarem ao país invadido pela Rússia.

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“Estou encantado de ver novamente em Kiev um grande amigo de nosso país”, escreveu o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky no Telegram. Johnson, por sua vez, manifestou em seu perfil no Twitter sua satisfação por “estar de novo em Kiev”.

Segundo um comunicado do escritório de Johnson, o primeiro-ministro britânico “se ofereceu para lançar um grande programa de formação das forças ucranianas, que poderia formar até 10.000 soldados a cada 120 dias”. 

Líderes europeus visitam a Ucrânia

O presidente francês Emmanuel Macron, o chanceler alemão Olaf Scholz e o primeiro-ministro da Itália Mario Draghi visitaram hoje (16) a capital ucraniana Kiev. Os líderes europeus organizaram essa visita conjunta para conversar pessoalmente com o presidente Volodymyr Zelensky e discutir o futuro do país, que está sob ataque desde 24 de fevereiro.

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Durante a chegada, Macron afirmou que a visita representa “um momento importante”, e que manda uma “mensagem de união” para o povo ucraniano. O líder francês afirmou ainda que crimes de guerra foram cometidos na cidade de Irpin, na entrada de Kiev. “É uma cidade heróica, marcada pelo estigma da barbárie”, disse.

O presidente francês Emmanuel Macron, o chanceler alemão Olaf Scholz e o primeiro-ministro da Itália Mario Draghi visitaram hoje (16) a capital ucraniana Kiev. Os líderes europeus organizaram essa visita conjunta para conversar pessoalmente com o presidente Volodymyr Zelensky e discutir o futuro do país, que está sob ataque desde 24 de fevereiro.

Durante a chegada, Macron afirmou que a visita representa “um momento importante”, e que manda uma “mensagem de união” para o povo ucraniano. O líder francês afirmou ainda que crimes de guerra foram cometidos na cidade de Irpin, na entrada de Kiev. “É uma cidade heróica, marcada pelo estigma da barbárie”, disse.

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Assim como a cidade de Bucha, Irpin foi alvo de bombardeios intensos durante a ocupação do exército russo, em março. Os russos “destruíram jardins de infância, parques infantis. Vamos reconstruir tudo“, adiantou Mario Draghi.

Já Olaf Scholz afirmou que a Alemanha ajudará a Ucrânia a resistir à ofensiva alemã “pelo tempo que for preciso”. “Queremos assegurar que estamos organizando ajuda financeira, humanitária, mas também na questão de armamento“, disse para a agência pública de notícias de Portugal RTP.

Algumas horas após o início da visita dos líderes europeus, a Rússia anunciou a reabertura do corredor humanitário de Severodonetsk, em especial para os civis presos na fábrica de Azot. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 500 pessoas estão detidas no local em condições precárias.

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