Conflito Rússia X Ucrânia

Mais de mil corpos são examinados por investigadores em Kiev

Mais de 300 corpos não foram identificados.

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Investigadores disseram ter encontrado possíveis assassinatos de civis pelo exército russo (Crédito: Spencer Platt/Getty Images)

Investigadores forenses examinaram 1.084 corpos de civis que foram encontrados na região de Kiev, após as tropas russas deixarem o local. De acordo com a CNN, Andrii Nebytov, chefe da polícia da região afirmou que os civis examinados não tem haver com a defesa territorial ou outras equipes militares.

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Nebytov explicou como os assassinatos aconteceram. “A grande maioria entre 50 e 75%  foram pessoas assassinadas por armas pequenas, como metralhadoras ou rifles de franco-atiradores, a depender da localização”.

O chefe da polícia, também afirmou que mais de 300 corpos não foram identificados e pediu para que os cidadãos não esperem para informarem seus conhecidos desaparecidos. Ainda sobre as investigações em Kiev e em outras regiões da Ucrânia, investigadores disseram ter encontrado possíveis assassinatos de civis pelo exército russo.

Conflito Rússia e Ucrânia

No dia 24 e fevereiro, o governo russo invadiu a Ucrânia e bombardeou regiões do país. Após várias ameaças, Vladimir Putin autorizou os ataques por terra, ar e mar. Um dos motivos desta invasão é a aproximação da Ucrânia com o Ocidente.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin não aceita que a Ucrânia entre para OTAN. Além disso, Putin quer aumentar o seu poder de influência na região. A Rússia e a Ucrânia já passaram por outros conflitos. Por mais que hoje, a Ucrânia seja independente, sua relação com a Rússia não é totalmente resolvida.

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Nesta quinta-feira (21), o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky agradeceu o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden por ser contra a guerra na Ucrânia.

“Eu sou grato ao presidente Joe Biden  pela liderança no apoio ao povo da Ucrânia na luta contra a agressão russa. Esta ajuda é necessária hoje mais do que nunca! Salva a vida dos nossos defensores da democracia e da liberdade e nos aproxima de restaurar a paz na Ucrânia.”

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