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Nova primeira-ministra sueca renuncia após ser eleita

Andersson afirma não querer liderar um poder cuja legitimidade esteja em questão

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Magdalena Andersson (Crédito: Getty Images)

Nova primeira-ministra sueca renuncia horas após ser eleita. A primeira mulher primeira-ministra da Suécia, Magdalena Andersson, renunciou ao cargo poucas horas após ser eleita, segundo a conta oficial da Suécia no Twitter. Essa mesma conta sueca afirma que devido a sua renúncia acontece uma derrota orçamentária com legisladores apoiando o projeto de lei da oposição.

“Há uma prática constitucional segundo a qual um governo de coalizão renuncia quando um partido sai. Não quero liderar um governo cuja legitimidade esteja em questão”, declarou a líder social-democrata, acrescentando que espera ser reeleita em uma votação futura.

O partido Verde também decidiu deixar o governo. De acordo com a Reuters, Andersson disse ao presidente do Parlamento que esperava ser reconduzida como primeira-ministra à frente de um “governo social-democrata de partido único”. Ela substituiria Stefan Löfven, que deixou o cargo de primeiro-ministro do país e líder do partido social-democrata.

Löfven saiu do cargo com a esperança que Andersson aumentasse o apoio ao partido antes das eleições gerais no ano que vem. Ele havia governado com o intuito de ganhar apoio de partidos de esquerda e do centro no parlamento. Vale pontuar que a pandemia expôs alguns problemas econômicos da Suécia.

Eva Magdalena Andersson é uma economista e política sueca do Partido Social-Democrata. Além de ter sido eleita a primeira-ministra mulher, ela teve o menor tempo de cargo por renunciar no mesmo dia. Andersson, foi porta voz de assuntos econômicos de partido desde 2012. As expectativas dela é poder liderar um governo minoritário composto apenas por social-democratas nas eleições de 2022.

Kjell Stefan Löfven, à quem Andersson substituiria é um político sueco também mebro do Partido Social-Democrata e primeiro ministro da Suécia. Ele foi líder do partido de 2012 a 2021. Neste ano ele anunciou que se aposentaria como líder dos social-democratas no congresso do partido em novembro e renunciaria como primeiro-ministro após a eleição de seu sucessor.

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