segundo turno

Quem se declarou neutro na disputa Lula x Bolsonaro? Veja!

Alguns nomes que foram buscados pelos candidatos decidiram manter neutralidade até o momento.

Quem se declarou neutro na disputa Lula x Bolsonaro? Veja!
Os candidatos Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) (Crédito: Rodrigo Paiva/Buda Mendes/Getty Images)

Após os resultados do primeiro turno, os candidatos Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem na busca de apoio para a disputa do segundo round das eleições, que acontecerá no dia 30 de outubro. Porém, alguns nomes que foram buscados pelos candidatos decidiram manter neutralidade até o momento.

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Felipe D’Ávila (Novo), por exemplo, afirmou ainda no primeiro turno que iria permanecer neutro ante uma disputa Lula e Bolsonaro. “Nenhum dos dois populistas”, afirmou D’Ávila. A candidata do União Brasil para o Palácio do Planalto Soraya Thronicke afirmou, por meio de suas redes sociais, que “nenhum desses bandidos merece” seu apoio. D’Ávila e Thronicke não revelaram se votarão branco ou nulo, ou se apenas manterão seus votos secretos.

Outros nomes importantes na lista dos neutros são os de Michel Temer (MDB) e de João Doria (PSDB). O ex-presidente chegou a flertar com o apoio a Bolsonaro, mas preferiu, segundo interlocutores, o candidato que “defender a democracia, cumprir rigorosamente a Constituição, promover a pacificação, manter as reformas já realizadas no meu governo e propor ao Congresso Nacional as reformas que já estão na agenda do país”.

Já o ex-governador de São Paulo não endossou o posicionamento do governador Rodrigo Garcia (PSDB) em apoiar o candidato de Bolsonaro em SP, mas também não declarou voto em Lula. João Doria afirmou a neutralidade em uma entrevista ao UOL:

“[Não vou] nem de Lula, nem de Bolsonaro. (…) O meu voto será o da neutralidade. Meu voto será nulo. Não faço ataques nem a um lado, nem ao outro.”

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Também do PSDB, o ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite, que disputa o segundo turno com Onyx Lorenzoni (PL), afirmou que não tornará o seu voto público:

“Eu não vou abrir meu voto para presidente para não contaminar o debate e não deixar que se discuta apenas o Brasil, e não o Rio Grande”, disse em uma coletiva nesta sexta-feira (7).

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