Decisão após adiamento

Comissão da Câmara deve votar PEC dos Benefícios nesta quinta

A PEC dos Benefícios prevê o reconhecimento do estado de emergência em 2022, com um pacote de R$ 41,25 bilhões em auxílios fora do teto de gastos, a três meses das eleições.

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A votação foi adiada anteriormente, após uma tensa sessão, com discussões entre os parlamentares (Créditos: Wilson Dias/ Agência Brasil)

A comissão especial da Câmara que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Benefícios deve votar o texto de Danilo Forte nesta quinta-feira (7). A votação foi adiada anteriormente, após uma tensa sessão, com discussões entre os parlamentares.

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A PEC dos Benefícios prevê o reconhecimento do estado de emergência em 2022, com um pacote de R$ 41,25 bilhões em auxílios fora do teto de gastos, a três meses das eleições. Deputados de oposição tentaram obstruir a discussão e a eventual votação da PEC.

Ainda que a oposição tenha votado a favor da PEC no Senado, parlamentares da Câmera que não apoiam o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam que a medida visa reeleição do presidente. O texto indica a criação de um auxílio de R$ 1 mil a caminhoneiros e um auxílio, ainda sem valor definido, a taxistas.

Além disso, o texto prevê a ampliação do Auxílio Brasil para, ao menos, R$ 600 mensais e o Vale Gás para cerca de R$ 120 a cada dois meses. Essas medidas seriam válidas até 31 de dezembro deste ano.

A PEC dos Benefícios também prevê a assistência de R$ 2,5 bilhões ate 31 de dezembro de 2022 para auxiliar o custeio do direito da gratuidade aos idosos no transporte público coletivo urbano, semiurbano e metropolitano, prevista no Estatuto do Idoso.

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