Guerra pode provocar impactos na indústria

Aumento nos preços de insumos pode ser uma das consequências

Guerra pode provocar impactos na indústria

A guerra provocada pela Rússia na Ucrânia pode provocar impactos e um segundo choque de oferta nas indústrias. Segundo especialistas, que se preocupavam com as consequências da pandemia, agora se preocupam com as consequências que a guerra pode provocar.

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Especialistas da Confederação Nacional da Indústria e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada ouvidos pela CNN, o conflito irá trazer impactos e aumentar o preço de insumos importantes para o mercado interno brasileiro.

O superintendente de desenvolvimento industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca, explicou à CNN que o Brasil importa pouco da Rússia e da Ucrânia, mas mesmo assim os impactos no mercado do petróleo irá afetar o custo de energia na Europa e no Brasil.

Outros fatores citados são as consequências das sanções econômicas aplicadas por outros países à Rússia e Belarus. Ou seja, a guerra traz impactos a setores da economia como no crescimentos dos preços, no aumento de energia e nas empresas que ainda se recuparam da pandemia da Covid-19.

Conflito Rússia e Ucrânia

No dia 24 e fevereiro, o governo russo invadiu à Ucrânia e bombardeou regiões do país. Após várias ameaças Vladimir Putin autorizou os ataques por terra, ar e mar. Alguns dos motivos pelo qual esta invasão aconteceu é a aproximação da Ucrânia com o Ocidente.

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O presidente da Rússia, Vladimir Putin não aceita que a Ucrânia entre para OTAN. Além disso, Putin quer aumentar o seu poder de influência na região. A Rússia e a Ucrânia já passaram por outros conflitos. Por mais que hoje, a Ucrânia seja independente sua relação com a Rússia não é totalmente resolvida.

Nesta segunda-feira (7), a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen discutiu sobre sanções para Rússia. “A Presidente Ursula von der Leyen está discutindo o novo pacote de aplicação de sanções contra o Kremlin com o primeiro-ministro Draghi. A dependência da UE dos combustíveis fósseis russos, os preços da energia, a defesa do consumidor e o impacto das energias renováveis no nosso mercado de eletricidade também estão na sua agenda.”

*Este texto contém informações retiradas da CNN Brasil.