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Suspeitos do assassinato de promotor paraguaio são detidos na Colômbia

O promotor, que combatia o crime organizado, foi morto no Caribe colombiano, em 10 de maio, enquanto desfrutava de sua lua de mel.

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O promotor paraguaio assassinado, Marcelo Pecci (Crédito: Reprodução)

O presidente da Colômbia, Iván Duque, informou nesta sexta-feira (3) que todos os suspeitos do assassinato do promotor paraguaio Marcelo Pecci foram detidos e serão apresentados à Justiça. A declaração de Iván ocorreu durante uma visita do presidente colombiano aos Estados Unidos.

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“Em uma operação conjunta entre a Polícia Nacional da Colômbia, a Procuradoria-Geral da Nação e autoridades paraguaias, capturamos todos os suspeitos, incluindo da autoria material, do assassinato do promotor Marcelo Pecci”, disse Duque.

Pecci foi morto na praia de Bauro, no Caribe colombiano, em 10 de maio, enquanto desfrutava de sua lua de mel. Ele havia se casado em 30 de abril com a jornalista Claudia Aguilera, que está grávida. O promotor de 45 anos investigava casos de tráfico e crime organizado.

Entenda o caso

O promotor paraguaio Marcelo Pecci, que investigava grandes casos do crime organizado e lavagem de dinheiro na América do Sul, foi assassinado a tiros em uma praia na Colômbia nesta terça-feira (10).

Segundo a Polícia local, dois assassinos chegaram em uma moto aquática, atiraram contra o promotor e fugiram.  De acordo com o jornalista Josmar Jozino, Pecci e a mulher, a jornalista Cláudia Aguilera, grávida, estavam em lua de mel.

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Marcelo Daniel Pecci Albertini coordenava no Ministério Público do Paraguai as investigações contra o crime organizado naquele país. O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, repudiou o assassinato de Pecci.