Greve em sp

Motoristas de ônibus de SP voltam a paralisar atividades e rodízio é suspenso

De acordo com a SPTrans, a paralisação afeta 675 linhas diurnas e 6.008 ônibus, que transportariam 1,5 milhão de passageiros no pico da manhã.

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Motoristas e cobradores de ônibus em São Paulo decidiram, em assembleia, na tarde desta terça-feira (28), paralisar novamente as atividades a partir de 0h desta quarta-feira (29). A categoria já havia feito uma greve há duas semanas.

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A decisão de paralisar as atividades foi tomada em assembleia na sede do Sindmotoristas, de forma unânime, no bairro da Liberdades, região central da capital paulista, com motoristas e cobradores de ônibus. De acordo com a SPTrans, a paralisação afeta 675 linhas diurnas e 6.008 ônibus, que transportariam 1,5 milhão de passageiros no pico da manhã.

A prefeitura da São Paulo, por conta da greve, suspendeu o rodízio de carros e liberou a circulação de veículos nas faixas e corredores de ônibus. Durante esta madrugada, 88 linhas do noturno, dentre as 150 existentes, não operaram.

De acordo com a SPTrans, a partir das 4h, a operação em todas as garagens dos grupos estrutural e de articulação regional foi interrompida, exceto na Express, na Zona Leste. O Grupo Local de Distribuição não foi afetado.

A Secretaria de Transportes Metropolitanos antecipou a oferta de trens em circulação, para o horário de pico. O metrô, CPTM, ViaQuatro e ViaMobilidade estão com trens reservas em condições operacionais normais em todas as linhas, para o atendimento da demanda. A EMTU informou que poderá prestar apoio à SPtrans, pelo sistema Paese, caso seja solicitado.

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