Mãe é suspeita de matar filha de 9 anos na Grécia

Exames toxicológicos feitos na menina, identificaram a presença de quetamina, uma substância de anestésico utilizado em cavalos, que não foi administrado pelos médicos

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Um promotor grego, nesta segunda-feira (4) decidiu pela custódia da mulher, que agora está aguardando seu julgamento (Créditos: Byron Smith/Getty Images)

Na cidade de Patras, no sul da Grécia, uma mulher de 33 anos é suspeita de matar a própria filha de 9 anos. Georgiana morreu no hospital, depois de ter ficado oito meses internada. Exames toxicológicos feitos na menina, identificaram a presença de quetamina, uma substância de anestésico utilizado em cavalos, que não foi administrado pelos médicos.

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Um promotor grego, nesta segunda-feira (4) decidiu pela custódia da mulher, que agora está aguardando seu julgamento. Ela ainda não é formalmente identificada pelas autoridades gregas, porém, é identificada pelos advogados como Roula Pispirigou.

Para conseguir levar a mulher suspeita ao escritório do promotor público, onde ela prestou sua defesa, a polícia teve que intervir uma multidão. Pispirigou, que foi transferida para Atenas para comparecer diante do juiz, ela nega ter cometido o crime. A defesa da mulher acredita que a morte foi devido a um erro médico.

Outras duas mortes de meninas da família estão sendo investigadas por um painel de legistas médicos: em 2019, uma menina de 3 anos teve sua morte declarada após uma insuficiência hepática, que é uma grave deterioração das funções do fígado, e em 2021, uma outra garota de 6 meses faleceu por suspeita de um problema cardíaco. Assim como Georgiana, as outras meninas vieram a óbito enquanto estavam no hospital. A acusada está em proteção reforçada para evitar que seja atacada por outros detentos.