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EUA endurecem controle de viajantes e outros países impõem mais rigidez nas fronteiras

Medidas têm como objetivo evitar a disseminação da nova variante Ômicron

EUA endurecem controle de viajantes e outros países impõem mais rigidez nas fronteiras
O presidente americano Joe Biden comunicou que na quinta-feira vai anunciar os planos para controlar e otimizar a segurança no voos

Países ficam mais rígidos no controle das fronteiras com a incerteza da nova variante Ômicron do coronavírus e viajantes de aviões que são destinados aos Estados Unidos terão que passar por exames de Covid-19 mais rigorosos.

O presidente americano Joe Biden comunicou que na quinta-feira vai anunciar os planos para controlar e otimizar a segurança  no voos para conter a pandemia do coronavírus. Biden não disse ainda quais serão as medidas que serão anunciadas, mas tem um pedido do órgão do governo para que mude os testes para os passageiros que não são do país.

Nesta terça-feira (29), os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, disseram que antes dos passageiros embarcarem para o país americano, deverá ser feito um teste de Covid-19, 24 horas antes de seu resultado negativo.

O porta-voz, Jason McDonald, disse que os testes feitos em viajantes quer ser modificado pelo órgão, no momento em que ainda estudam e não se sabe muito sobre a nova variante. “Uma ordem (de regras para voar) revisada iria diminuir o tempo máximo obrigatório do teste para todos os viajantes internacionais para um dia antes da partida para os EUA”, disse McDonald.

As restrições de viagens foram aumentadas também no Japão e em Hong Kong, enquanto a Malásia decidiu proibir temporariamente passageiros de países que estão sendo considerados de risco. Nesta quarta-feira (01), o Japão, que restringiu as entradas de passageiros de outros países, registrou o segundo caso da Ômicron.

A Austrália comunicou que duas pessoas com a nova variante estiveram em Sydney, a Dinamarca disse que uma pessoa com a Ômicron participou de um grande concerto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que “restrições de viagem generalizadas não impedirão a disseminação internacional e impõem um fardo pesado sobre vidas e meios de sustento”. A entidade também orienta que pessoas em risco, com 60 anos ou mais que não tomaram as doses da vacina, evitem viagens que não sejam por necessidade.

Mesmo com mercados financeiros reagindo à queda do dia anterior, provocadas pelos comentários do presidente-executivo da Moderna, que demonstrou estar em dúvida sobre a eficiência dos imunizantes contra o coronavírus para combater a Ômicron, investidores continuavam tensos nesta quarta-feira.

Desde seu comentário, autoridades de saúde globais dão garantias e retiram apelos para que as pessoas se vacinem.

O Secretário da Saúde britânico, Sajid Javid, disse ao canal Sky News.”nossa melhor forma de defesa continua sendo nossas vacinas”.

“É possível, claro, é possível que sejam menos eficazes. Simplesmente ainda não sabemos com certeza. Mas também é muito provável que continuem eficazes contra doenças graves”, disse.

A diretora-executiva da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), Emer Cooke, disse que nas duas semanas seguintes as análises que estão sendo feitas nos laboratórios vão dizer se o sangue de quem se vacinou tem anticorpos para conter a nova variante Ômicron.

A vacinação de crianças de 5 a 11 anos na União Europeia foi adiantada em uma semana, ocorrendo agora no dia 13 de dezembro.

A vacina que a empresa faz em parceria com a Pfizer provavelmente proporcionará uma proteção forte contra doenças graves decorrentes da Ômicron, informou o presidente-executivo da BioNTech.

Pelo motivo da nova variante estar assolando o mundo, o Reino Unido e os EUA ampliaram as doses de reforço.

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